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THUNDERGOD ZINE ./
Realizada por:
Cezar Augusto
Respondida por: Sérgio
Marques
ASSEMBLENT
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Assemblent"ex-Dawn",
começaram em 1998 como um grupo de
amigos sem qualquer experiência musical,
na altura tocavam Grunge Rock e algumas versões
de bandas de Metal. A formação
original era constituída por: Daniel
Campos "guitarra"; Carlos Santos
"baixo"; César Bento "bateria"
e Sérgio Marques "voz"; Tânia
Gaspar tocou teclados durante alguns meses.
Em 2002, assumiram-se como uma banda de Metal
e começaram a compor as suas próprias
músicas, ao mesmo ano Pedro Lopes se
junta a banda como o novo tecladista. Após
o lançamento de um material Demo e
o recente lançamento do Cd oficial,
eles estão ampliando a divulgação
através da parceria com o Selo Nemesis.
Confira todos os detalhes da caminhada dos
Assemblent...
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TGZ:
Saudações! A banda iniciou
sem maiores pretensões, tendo então
efetivado seus objetivos quando se dedicaram
a tocar somente Metal. Esse fator natural,
após alguns anos, foi influenciado
por quais bandas de Metal? |
Sérgio
Marques :
Sim de facto foi uma evolução
muito natural até chegarmos ao Metal,
contudo influenciada por bandas como, My Dying
Bride, Anathema, Carcass, Moonspell, etc.
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TGZ:
E como foi a primeira experiência
de estúdio com a gravação
da Demo com duas músicas? |
Sérgio
Marques :
Foi
a primeira vez que estivemos num estúdio,
existiu algum nervosismo inicial, que penso
que seja natural, depois do REC estar ligado
as coisas fluiram muito bem.
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TGZ:
Fale sobre as duas músicas -
Heartwork & Silent Cries - presentes na
Demo. Esteja a comentar o que achar necessário. |
Sérgio
Marques :
Foram
as duas músicas que a banda escolheu,
de algum modo representaram duas facções
da banda, (HEARTWORK) uma mais agressiva,
(SILENT CRIES) a outra mais melancólica.
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TGZ:
Por quais meios de divulgação,
a banda divulgou a Demo, visto que a mesma
teve boa receptividade? |
Sérgio
Marques :
A
demo foi divulgada quase exclusivamente pela
internet, e cd’s que fomos distribuindo
em mão.
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TGZ:
Em 2004, a banda entra em estúdio novamente,
desta vez no “Red light” onde
com a ajuda do produtor Miguel Fonseca «THORMENTOR/MOFO/BIZARRA
LOCOMOTIVA» gravaram 10 músicas,
contando uma delas com Fernando Ribeiro «Moonspell»
como vocalista principal. Como tu descreverias
toda esta satisfação? Tanto
de estarem a gravar músicas para um
Debut-Cd, como a banda ter a participação
do talentoso Fernando Ribeiro? |
Sérgio
Marques :
A
entrada em estúdio resultou de uma
amizade crescente com o Miguel Fonseca, que
se prontificou desde o início a produzir
o nosso trabalho, ficamos bastante contentes
com o resultado final. A participação
do Fernando Ribeiro era um sonho de adolescentes
que tínhamos desde o tempo em tocávamos
covers tínhamos em média 16
anos, e vimos tornar-se realidade neste disco.
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TGZ:
Então, a banda enviou um Promo-CD com
algumas das músicas gravadas para algumas
editoras, o que lhes valeu um contrato para
2 CDs com a editora Nemesis. Assim sendo,
quais as expectativas da Assemblent para com
o trabalho a ser desenvolvido pela Nemesis
Recs? |
Sérgio
Marques :
Enviamos CD’S para editoras do mundo
inteiro, mas para uma banda portuguesa apenas
com uma demo lançado com 2 faixas,
nenhuma editora quis arriscar, no entanto
a portuguesa Nemesis achou que era suficiente
o trabalho desenvolvido na demo, arriscou,
e assinamos um contrato de dois CD’s.
O trabalho que está a ser desenvolvido
pela editora é de louvar porque sendo
uma editora pequena e com poucos recursos,
não baixou os braços até
trazer o “Equilibrium” à
luz do dia, assim como em termos de promoção,
a editora tem apostado tudo em nós.
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TGZ:
Interessante o fato de tanto a editora
como a banda concordaram que era necessário
fazer uma boa masterização a
este CD, o CD foi então enviado para
os E.U.A. ao cuidado de Colin Davis «guitarrsita
dos Vile» para a masterização
final nos Imperial Mastering studios. O resultado
final agradou totalmente? E os gastos foram
altos/grandes? |

Sérgio
Marques :
A
ida do CD aos EUA, foi-nos proposta pela editora,
o que nos agradou desde o início, para
uma banda como a nossa com o nosso estilo,
iria beneficiar-nos em todos os aspectos,
a nossa exposição a o público
seria muito maior, o resultado final superou
as nossas expectativas, e os gastos penso
que foram até muito razoáveis.
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TGZ:
No dia 19 de Junho 2006 após um concerto
juntamente com os EXODUS «16 Junho 2006»
foi então editado o CD de estréia
dos Assemblent, uma edição de
luxo com uma slipcase em cartão e um
vídeoclip. Assim:
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1°) Comente como foi o show no geral?
Sérgio
Marques :
“Correu
muito bem porque nesse mesmo dia iriam tocar
também os To Die For e os Beseech,
houve uma mistura de públicos bastante
variada, de um lado o pessoal mais Thrasher
e do outro mais gótico, no entanto
acho que agradamos bastante aos dois, o concerto
correu-nos muito bem.
2°)
Qual a música do videoclip presente
nesta edição de luxo do Cd.
Sérgio
Marques :
A
música presente no CD é o single
“Heartwork".
3°) Quantas edições do Cd
foram produzidas?
Sérgio
Marques :
Apenas
uma. Brevemente deve de estar para sair a
segunda.
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TGZ:
Tratando do lado ideológico da
banda, qual a temática seguida pelos
Assembent? |

Carlos
Santos (Baixista):
Assemblent
foi a reunião dos Ents, no filme o
Senhor dos Anéis. São seres
bastante poderosos, mas que com o passar do
tempo e a sua passividade que daí surgiu
acabaram por esquecer a força que tinham
em si… Força essa que surge com
a guerra que irão ter que travar…
Fiz a correlação connosco enquanto
banda. Tivemos uma curta pausa num certo período
das nossas vidas enquanto banda, até
que um dia, juntamo-nos outra vez com o propósito
de tocar e redescobrimos a nossa força
enquanto banda e decidimos partir então
para a “batalha”… Foi algo
que surgiu muito espontaneamente. Gosto muito
do senhor dos anéis e da sua temática,
mas essa história não é
uma influência nossa enquanto banda.
A correlação que fiz connosco
é que considero estar muito próxima
da nossa realidade, basta ver a cena do filme
que se percebe facilmente o que quero dizer.
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TGZ:
Qual o significado da distorcida imagem da
capa do Cd “Equilibrium”? E por
que este título? |
Sérgio
Marques :
A
capa foi desenvolvida pelo nosso produtor
Miguel Fonseca, quando ele nos apresentou
a capa da qual gostámos muito, o conceito
“Equilibrium” já existia
ele apenas se baseou nele. Equilibrium porque
o álbum tem que ser ouvido com o um
todo, e não como uma qualquer peça
solta de um puzzle que poderia encaixar noutro
qualquer.
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TGZ:
Qual a sua opinião sobre as bandas
abaixo, as quais lhes inspiram: |
1 – Anathema:
Sérgio
Marques :
As
influências mais melódicas e
pesadas.
2 –
My Dying Bride:
Sérgio
Marques :
As
influências mais lentas e esquizofrênicas.
3 – Carcass
Sérgio
Marques :
Uma
das bandas favoritas do Daniel, principal
compositor de Equilibrium.
4–
Moonspell:
Sérgio
Marques :
A
banda que nos une em termos de preferências
pessoais.
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TGZ:
E acerca da cena de Portugal, quais os pontos
positivos e negativos do cenário português
de Metal? |
Sérgio
Marques :
É
uma questão sensível, não
se trata bem de aspectos positivos ou negativos,
em que é complicado as bandas mesmo
tendo valor chegar “ à luz do
dia” , as que já estão
instaladas são donas e detentoras de
todos os inventos e concertos, sendo complicado
a outras bandas entrar.
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TGZ:
Sobre a cena brasileira de Metal, o que tu
conheces? |
Sérgio
Marques :
Confesso
que não conheço muito, sei que
existem muitos boas bandas de metal no Brasil,
com ótimos músicos, agora de
momento só me estou a lembrar de Sepultura
e Angra.
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TGZ:
Uma questão inusitada, qual a música)
que tu gostarias de ser) tocada em seu funeral? |
Sérgio
Marques :
Eu
em nome de Assemblent é que agradeço
aqui a oportunidade que nos foi concedida,
aos vossos leitores, desejo que continuem
a ouvir boa música, e que se tiverem
curiosiadade, visitem o nosso site, www.assemblent.com
ou o www.myspace.com/assemblent
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