• Tradução
por:
Sugas
Banger
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Questões
por: Cezar Augusto
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Respostas
por:
Dave
Sanchez
BLOODWRITTEN
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TGZ:
Hail! Conte-nos acerca do primeiro capítulo
(o de formação e objetivos)
para o nascimento da Bloodwritten no cenário.
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Dave
Sanchez:
Primeiramente Bloodwritten apenas tem uma
demo de três musicas que inclui as três
musicas “Darkness”; a razão
disto é que nosso baterista e eu fomos
em uma turnê européia de 9 semanas
com uma banda em que ele estava naquela época,
então a produção das
outras músicas foram paralisadas. Depois
que voltamos, eu fui para o meu estúdio
e não saí até o primeiro
Cd estar completo.
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TGZ:
Interessante o nome da banda, Bloodwritten.
Você poderia nos explicar o significado
que excitou a idéia para a criação
deste nome. |
Dave
Sanchez:
Nosso
nome veio do nosso primeiro solista; ele dizia
que se ele fizesse outro projeto death metal,
ele queria que se chamasse Bloodwritten. Um
bom nome é difícil de pensar,
e este foi melhor do que qualquer coisa que
eu pude inventar.
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TGZ:
Você sabia que existe uma Bloodwritten
(Black/Death Metal band) na Polonia? Acha
que atrapalha de alguma forma o fato de existirem
duas bandas com o mesmo nome? |
Dave
Sanchez:
Sim,
estou ciente disso. Eu acho que nenhum de
nós dois assinamos com uma "major",
então foda-se. Deve existir muita gente
nesta situação pelo mundo, nenhum
problema. Se nós fossemos da mesma
área isto podia ser um problema, mas
esse não é o caso.
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TGZ:
As letras da banda sofrem influencias do Lord
George Byron? Até que ponto? |
Dave
Sanchez:
Nas primeiras três musicas da Demo,
usávamos muitas coisas do “The
Darkness poem”, mas depois disso, Neil
Harrison, um amigo da cena nos ajudou com
o material original.
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TGZ:
O Debut Cd "We Live in Darkness"
(2000) foi lançado de forma independente?
E no site, observei duas capas para o mesmo
álbum. Por quê? (Ou será
que foi impressão minha e o álbum
possui uma versão de capa?) |
Dave
Sanchez:
Tudo que nós fazemos é de forma
independente. “We Live...” continuou
evoluindo a partir do envolvimento de mais
pessoa, alguns têm tamanho de músicas
diferentes e a capa alternativa. Quando eu
adquiri mais experiência no meu estúdio,
um remix foi feito, este foi um grande melhoramento
em relação a gravação
inicial
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TGZ:
O lançamento do Split com a horda Iscariot
em 2002 também foi bem divulgado, como
o Debut álbum acima citado? |
Dave
Sanchez:
Sim ele teve. Eu toquei baixo no Iskariot
e eles estavam de olho em usar o estúdio
de graça; já que o segundo lançamento
do Bloodwritten não havia sido exatamente
terminado, nós achamos que poderia
ser uma boa Idea fazer o Split.
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TGZ:
2003 foi ano do segundo álbum,
"Everything Beautiful Dies", o lançamento
se deu por alguma gravadora ou foi independente.
Por quê? |
Dave
Sanchez:
Nós tivemos alguns problemas com o
lançamento devido a perda de dados
no meu PC no estúdio. Aquele Cd inteiro
está gravado em um velho HD. Eu quero
poder seguir adiante e então trabalhar
com o que eu possa salvar.
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TGZ:
Fale sobre a repercussão do “Everything
Beautiful Dies” nos meios de divulgação. |
Dave
Sanchez:
Eu posso me lembrar de uma reclamação
de um perdedor no guestbook do nosso site.
Uma das coisas mais engraçadas que
eu já ouvi, ele disse que era de mau
gosto, o quão engraçado é
isto hein? Eu pessoalmente gosto do título
e acho que o design com Sharon Tate se encaixou
bem.
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TGZ:
A Bloodwritten tem participações
em algumas coletâneas. Poderia citá-las,
e também dar sua opinião sobre
a importância de participar em compilações? |
Dave
Sanchez:
Nós temos participado de: Camp Fury:
Base Camp Compilation 1 (2004), JCM Compilation:
Fundamentally Loathsome (2004), Deadtide/SOD:
Magazine Blood In The Water Comp (2002), Deadtide/SOD
Magazine: Blood In The Water II Comp (2003),
The Anaites Comp. Vol. 2 (2006). Eu acho que
participar de coletâneas é uma
das melhores coisas que uma banda pode fazer
e eu me sinto gratificado de participar das
coletâneas supracitadas.
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TGZ:
Inclusive, a mais recente é a
participação na compilation
brasileira Anaites Volume II. Como foi esse
acordo com o brother Hioderman Zartan? |
Dave
Sanchez:
Hioderman
mantinha contato conosco e eu agarrei a oportunidade
de ter mais exposição na América
do Sul. Foi muito proveitoso trabalhar com
ele, foi muito atencioso com todos os aspectos
que envolvem termos de pagamento. Nós
definitivamente esperamos uma outra colaboração
futura.
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TGZ:
Você acha que está havendo
uma demora para o lançamento do terceiro
álbum? Muitas dificuldades no caminho
da banda? Comente. |
Dave
Sanchez:
Está
durando bem mais do que eu esperava. Durante
o primeiro set de gravação nós
perdemos outro baterista, o que meio que diminui
o ritmo no que diz respeito a composição
do material. Tim Haisman, nosso baterista
de estúdio, veio ao meu resgate e então
toda a parte da bateria foi finalizada. Eu
agora estou me recuperando de uma mão
quebrada por 6 semanas e meu estúdio
agora foi melhorado com vários equipamentos
sendo que alguns deles ainda estão
sendo instalados. Eu também tenho agora
dois novos projetos paralelos que estão
tomando bastante do meu tempo, visto que estou
no começo do trabalho com eles. Estão
faltando algumas partes de guitarra e vocais,
então estamos quase terminando o álbum,
mas eu acho que “Heathen Gods of Old”
é um dos melhores materiais que fizemos
e vai valer a pena esperar.
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TGZ:
A Bloodwritten é muito conhecida
na cena underground norte-americana, visto
que vocês (além de tudo) fazem
vários shows, certo? |
Dave
Sanchez:
Nós passamos por várias fases
porque nós sempre estamos mudando de
bateristas. Agora mesmo eu não tenho
um para tocar ao vivo, nosso de estúdio
está sempre conosco, mas não
para shows. Eu devo dizer que estamos indo
até muito bem, considerando todas as
nossas mudanças de formação.
Tocar ao vivo é algo que nós
gostamos muito então nós fazemos
o máximo que podemos.
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TGZ:
Como você enxerga a cena de Death
Metal nos EUA? |
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Dave
Sanchez:
O
Metal está aos poucos voltando aqui
nos EUA. Pop, grunge, e hip hop têm
dominado as vendas na década passada
e é isso que as pessoas vêem
como sucesso. Sucesso para mim é ver
pessoas interessadas em o que você faz
em shows e na Internet.
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TGZ:
Ainda falando sobre a cena de seu país,
sabemos que a mídia da MTV infecta
e faz muitos modistas...Qual a sua opinião
sobre as novas bandas a que chamam de novo
metal? |
Dave
Sanchez:
Eu
não ligo muito para isso, mas é
como os americanos estão voltando a
ouvir música pesada. Pelo menos estas
bandas escrevem o seu próprio material
e podem realmente tocar o que compôs
com seus próprios instrumentos. Dê
um tempo e esperançosamente a audiência
americana vai exigir mais do seu estilo de
Metal.
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TGZ:
Falando sobre política, qual
a sua opinião sobre George W. Bush
e o seu governo? |
Dave
Sanchez:
Eu não voto e por isso eu não
dou a mínima para decisões ou
ações dos lideres políticos.
Eu vou mais pela Idea de que G.W. Bush é
só uma figura para o público,
as decisões atuais são tomadas
pelo mesmo grupo que sempre deram as cartas
por aqui. Eu apoio a guerra porque eu estou
cansado de ouvir povos reclamarem de suas
religiões.
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TGZ:
Ainda para este ano de 2006, podemos
esperar pelo novo álbum do Bloodwritten?
Qual será o título e como está
todo o seu desenvolvimento? |

Dave
Sanchez:
O titulo do novo Cd é “Heathen
Gods of Old”.
Eu acabei de largar o meu emprego e planejo
finalizar as últimas duas músicas
agora que minha mão já sarou.
Com os novos monitores do estúdio,
alguma remixagem das quatro faixas já
finalizadas será necessária,
mas as coisas estão voltando aos trilhos.
Algumas novas músicas que nós
terminamos estão disponíveis
no www.bloodwritten.com
na parte de “media”.
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TGZ:
Ok, Sanchez, muito obrigado pela força
e sinceridade com os seus sérios compromissos
e do Bloodwritten. Deixe as suas últimas
escritas em sangue para vitalizar ainda mais
a veia dos headbangers brasileiros e ao redor
do mundo... |
Dave
Sanchez:
Eu
quero agradecer a todas as pessoas que em
todos estes anos têm nos dado apoio
e apoiando o Metal em geral mesmo quando este
é underground. E um grande agradecimento
para aqueles que não apoiaram, pois
má publicidade é a melhor, é
o que nos deixa vivos. Nosso caminho para
a vida nunca irá morrer.
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