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ENTREVISTA: DEFORMITY
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Perguntas : Elimar
Oliveira - |
- Respostas :
Yuri Hamayano (Bateria)-
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- Entrevista
realizada em Abril de 2007 -
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Aí
está a Deformity Br, banda fiel
de Splatter Death Metal, que está
na batalha há 12 anos, honrando
a cena baiana e no currículo
com lançamentos de algumas Demos
e participação em coletânea,
tocando o “Metal da Morte”
com estilo temático sanguinolento
e divulgando o Promo 'There´s
More Blood Coming';
pois é através das palavras
do irmão Yuri, conhecido por
nós como “infectado”,
que vamos saber como anda a trajetória
da Deformity Br...
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TGZ:
Metálicas Saudações
Yuri “Infectado” Hamayano!!! É
uma honra ter em nossas páginas a fudida
Deformity Br, que está divulgando seu
novo play “There´s More Blood
Coming”, comece falando sobre esse novo
material
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Yuri
Hamayano Hails velho Lord
Amraking! Hehehe... Cara, esta demo saiu meio
que de forma acidental. A história
dela é bem interessante... nós
estávamos com um computador em mão
e queríamos testar nossas habilidades
de fazer merda num estúdio, desta vez
nós mesmos comandando a merda toda!
Então alugamos o estúdio e lá
fomos com nossa máquina meio fudida
tentar fazer uns testes, uma gravações,
umas pré-produções...
deu muito trabalho e creio termos gravado
6 ou 7 músicas. Uma outra parte das
gravações foi feita em casa
mesmo, como o baixo, solos e vocais. Quando
todo material estava pronto, ficamos meio
que decepcionados, pois fizemos um monte de
merdas, principalmente eu, que vacilei bastante
na bateria ... coisas que não havia
possibilidade de consertar! Mas quando percebi
a oportunidade de fazer uma turnê pelo
sudeste com o Mystifier e então poder
divulgar a Deformity Br, corremos e fizemos
a mixagem de duas músicas – as
que ficaram melhor gravadas! Assim surgiu
a demo! Meio louco, não? Mas até
que gostamos do trabalho que desenvolvemos.
Bem melhor que todas as gravações
anteriores (opinião nossa). As músicas
também apresentam um trabalho um pouco
diferente das músicas encontradas na
“Fleshless Remains”, apresentando
maior elaboração, mas sem perder
o peso, a pancadaria e as tradicionais passagens
“para bater cabeça”. Agora
estamos na correria para divulgá-la
para os metalheads.
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TGZ:
A temática lírica continua
abordando os assassinatos em séries,
atrocidades, tudo ligado a mentes de pessoas
desequilibradas, a intenção
em relatar esses temas é para mostrar
o lado psicótico da mente humana? Por
quê? |
Yuri
A mente humana sempre foi objeto de muitas
elucubrações, dúvidas,
mistérios, etc. E embora muitos estudiosos
renomados tenham tentado (e conseguiram) mapear
o comportamento humano, sempre existem aqueles
“pontos fora da reta”! Sempre
existirão casos que irão surpreender
e contrariar as teorias. Principalmente no
caso dos assassinos, pois não há
muitos sinais que possam ser seguidos a determinar
seu comportamento fora dos padrões
sociais. Muitos se sentem como semideuses,
ou porque não deuses, já que
se crêem ter-lhes conferido poder de
tirar vidas! É muita viagem! Falar
sobre estas coisas é uma oportunidade
de mostrar como a mente humana é rica
e podre... pode construir, mas também,
no mais fino requinte de crueldade, ter as
mais curiosas idéias para tirar vidas!
Eu, particularmente, tenho me interessado
bastante pela trajetória de assassinos,
além de métodos de tortura,
castigo e execução dos tempos
antigos e medievais. No início, as
letras falavam muito sobre doenças
fulminantes e como elas destroem o corpo.
Tentamos sempre ser o mais rico possível
nos detalhes... só para dar náuseas
nos leitores! E o melhor de tudo: a maioria
do material escrito é baseado em fatos
reais! Só após algum tempo comecei
a perceber mais os assassinos em série...
Creio que minha mente também deva ser
objeto de estudo em tempos futuros! Hehehe...
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TGZ:
Apesar de a Deformity ter doze anos de estrada
foi lançado quatro materiais, o cd-promo
(1999) o cd-demo “Fleshless Remains”
(2001), a participação no for-way
split “Killing all the Posers”
(2002) além desse novo material “There´s
more...”, e o full-lenght, existe algo
planejado? Esse novo material seria uma prévia
do álbum a ser lançado em breve?
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Yuri
Estivemos mesmo dormindo, não? Infelizmente
o nosso preciosismo foi um dos fatores que
bastante influenciaram a não termos
mais registros de nosso trabalho. Como comentei
anteriormente, o próprio ‘There’s
more blood...’ tornou-se uma Demo meio
que no susto. Aliás, respondendo a
sua pergunta, ela dá sim uma demonstração
do que estamos trabalhando recentemente. Neste
momento estamos nos programando para gravar
um material com o intuito de lançar
um EP, ou um Split, ou algo do gênero.
Queremos colocar 6 músicas neste material,
dentre as quais 3 serão inéditas.
No entanto este EP será composto basicamente
por composições antigas, apenas
para que não percamos a oportunidade
do registro – gostamos dessas músicas:
“Epidemic”, “Rupture of
Mind” e “The Ripper”. As
outras 3 constarão da regravação
de “Disgrace is Coming” e das
músicas que compõe a Demo ‘There’s
more blood...’ – queremos mostrar
como as estamos executando neste exato momento.
O nosso grande problema é o medo com
a gravação e produção,
sem contar com os recursos escassos para procurar
um estúdio mais especializado na cidade
de Salvador. Aliás, nas minhas programações
esta gravação já está
atrasada e creio que quanto mais temermos,
maior será a demora! Portanto, encorajem-nos
e cobrem o EP! Novas composições
também já estão sendo
preparadas para um provável álbum!
Estamos com gás novo e a volta do grande
Diego Corpseslaughtergrinder à banda
tem muita contribuição quanto
a isso! Estas novas composições
estão trazendo novos e interessantes
elementos, mas sempre com a nossa já
conhecida marca!
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TGZ:
Dos materiais lançados, qual foi o
melhor divulgado e na opinião da banda
qual desses materiais mais agradou no resultado
final à banda? |
Yuri
Destes materiais que você acabou de
citar meu velho, é quase certo que
o mais bem divulgado tenha sido a coletânea
“Killing...”. Também, não
havia como competir! Hehehe... Mas creio que
aquele que teve mais impacto foi realmente
o “Fleshless...”. Aliás,
foi através deste que colocamos a cara
na cova começamos nossa divulgação!
No entanto é difícil falar sobre
um material preferido, mesmo porque cada um
deles remete a uma outra época completamente
distinta! Por exemplo, a Promo de 99, na qual
trazemos apenas uma música: a banda
gosta bastante do resultado daquela música
por ser grosseira, agressiva e bastante pesada
apesar de a gravação estar muito
tosca! Até já se chegou a pensar
que se a “Fleshless...” tivesse
saído com aquele peso seria muito mais
fudida! Mas resultado final que mais agradou
mesmo foi a da “There’s more...”,
mesmo porque, como montei anteriormente, fomos
nós mesmos quem cuidamos de todos os
detalhes da gravação e mixagem!
Cremos que ainda podemos chegar com uma gravação
bem mais desgraçada nas próximas
investidas, aliás, já erramos
bastante, ao menos os mesmos erros não
serão cometidos!
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TGZ:
A Deformity Br tem um bom tempo
que não toca aqui em Feira de Santana
(a cidade de origem da banda), existe algum
motivo para essa falta de shows aqui em Feira
de Santana? |
Yuri
Bom tempo? Tocamos em julho do ano passado
(2006)! Há apenas oito meses atrás!
Talvez, comparando com tempos passados, realmente
tínhamos o costume de tocar bem mais,
mas isso também coincide com o fato
de que nestes outros tempos nós mesmos
cuidávamos das produções.
Realmente conseguimos contar nos dedos das
mãos as vezes em que fomos chamados
para os palcos feirenses por outros produtores,
não que isso seja algo ruim ou os estejamos
desmerecendo! Ao contrário do que se
possa pensar, não temos problema algum
em tocar aqui na cidade, mas também
temos diversos outros motivos para nos dar
o direito da escolha de fazê-lo ou não!
Nós, como qualquer outra banda Metal
(creio), adoramos as aparições
ao vivo e agora estamos de volta a plena atividade
e com muitas novidades. Chamem-nos para tocar!
Hehehe...
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TGZ:
Em 2001 quando a banda completou 6
anos vocês organizaram um show em homenagem
a essa data marcante, o “Six Years of
Destruction”. Agora, prestes a completar
doze anos, ou seja mais seis, existe outra
idéia para organizar outro puta show?
Daí era só esperar mais seis
anos para completar 6 6 6 hehehe! |
Yuri
Eu estava comentando algo neste sentido com
Julio nestas semanas que passaram. Parece-me
que ele quer sim comemorar os 12 anos da banda,
mas desta vez o evento deve ser um pouco menor
que o “Six years...”, que contou
com a presença de grandes nomes do
Metal baiano como Headhunter DC, Incrust,
além das desativadas Sower e Inoculation.
Assim que tivermos algo fechado estaremos
divulgando! No entanto eu queria que a banda
pudesse presentear os ouvintes com o lançamento
de algum material nosso. Vejamos o que será
possível fazer nestes próximos
4 meses. O bom mesmo seria poder fazer um
show comemorativo a cada ano, mas passamos
pela primeira década sem nada de especial!
Horrível! Apresentando ainda outra
variável, todos sabemos que ao produzir
eventos de metal a probabilidade de prejuízos
é alta, o que desanima um pouco! Mas
posso garantir que haverá um assalto
metálico em meados de agosto.
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TGZ:
Atualmente existe uma espécie de revival
dos anos oitenta, bandas com a pegada oitentista,
bangers criticando web-zines e afirmando que
verdadeiro apenas zine impresso, uma febre
em busca de vinis, tapes, eu sinceramente
não tenho nada contra bandas que tocam
Metal com influência dos anos 80 desde
que façam sem forçar a barra,
como também não tenho nada contra
zines impressos, vinis ou tapes, muito pelo
contrário, apenas acho que existe um
certo exagero e radicalismo burro em relação
a tudo isso, mas qual sua opinião,
visto que você está na cena a
muito tempo? |
Yuri
Sempre haverá no homem um sentimento
de nostalgia aquilo que foi vivido com fervor.
E é este o sentimento que trouxe a
tona esta revitalização da produção
dos anos oitenta. Se observarmos com mais
cautela este é um movimento que surgiu
não apenas no Metal, mas nas artes
em geral, aliás, aqueles foram anos
de intensa produção cultural
(e de grande qualidade). Este já é
um ótimo motivo para qualquer agitação!
O Metal em todo este tempo avançou
barreiras e limites inimagináveis do
peso, brutalidade, técnica e velocidade...
aumentou o horizonte! A minha única
pergunta é: por que não continuar
desbravando? Mas tenho plena certeza que é
válida, sim, a retomada da sonoridade
oitentista... muita coisa legal tem surgido
neste bojo! O estranho mesmo é que
parte das pessoas que ovacionam os anos oitenta
mal os vivenciou. Ainda assim, tudo bem. A
história está aí para
ser visitada, re-visitada, revista, vivida
e construída. Também adoro os
vinis por sua estética e, novamente,
por causa de uma nostalgia, mas não
nego a superioridade das novas tecnologias
empregadas na indústria da música.
Gosto dos zines impressos por causa da aversão
em ter que ficar horas a fio na frente de
uma tela de computador e até acredito
mais na música classificada por tradicional!
O que não há espaço é
para radicalismo pro ou contra este movimento...
ele está aí, quer muitos queiram
ou não! É necessário
lembrar que há espaço para todos!
Cada qual conquistará o seu! E quanto
mais pudermos ajudar uns aos outros, melhor!
Muitos correram para fazer parte deste movimento
pro oitenta porque é algo que está
em evidência, assim como já aconteceu
com diversos outros segmentos do Metal. Apenas
o tempo irá mostrar quem realmente
é sério!
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TGZ:
E a cena Metal aqui na Bahia, na sua
opinião você acha que o momento
atual existe um cenário fudido ou não?
Por quê? |

Yuri
Claro que sim! Penso estamos numa das melhores
fases do cenário baiano! A diferença
de outras boas épocas em nosso cenário
é que agora não apenas temos
boas bandas, zines e shows, mas também
temos muita gente lançando. Bons lançamentos,
diga-se de passagem, e isto dá maior
visibilidade à Bahia! Vocês não
querem que eu cite os nomes aqui, não?
Basta prestar qualquer infinitesimal de atenção!
A única coisa que não é
tão boa assim é o excesso de
violência de algumas figuras em nosso
meio! Claro que fazemos Metal apenas para
aqueles que gostam e merecem. Mas será
que é necessário espancar até
a morte toda outra pessoa desinformada ou
“fora dos padrões”?
Infelizmente a movimentação
no interior do estado é bem fraca em
comparação àquela da
capital. Os shows têm diminuído
e nunca mais vi o aparecimento de bandas que
consigam ter uma atividade expressiva, salvo
por raros casos. Talvez ter a cena forte apenas
nas capitais seja uma das características
do cenário nordestino – alguém
me corrija se estiver errado. Mas isto também
depende dos incentivos que cada outra banda
recebe dentro de seu cenário. O quero
dizer é que nós podemos modificar
esta situação para melhor, apoiando
com maior vigor as bandas do interior para
que estas cresçam e possam dar homogeneidade
nas atividades metálicas do nosso estado!
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TGZ:
Muita gente fala de cena unida, união
underground, mas parece que muitos seguem
o caminho que profetiza Carlos Vândalo
na música “Metal Desunido”
(Dorsal Atlântica – “Dividir
e Conquistar”) que diz em uma das frases
“Metal Desunido vai se matar, vai
se destruir”, na sua opinião
está acontecendo isso na cena ou ainda
é exagero afirmar tal situação? |
Yuri
Uma atitude que realmente caminha nesse sentido
são as diversas bandas que se auto-intitulam:
a melhor banda daqui ou de lá. Num
meio tão restrito, atitudes como esta
acabam sufocando as estrelas periféricas
e soam como apelo. Os melhores com toda certeza
irão aparecer naturalmente!
Nestas últimas duas semanas estive
viajando novamente com o Mystifier e ali,
sim, percebi e presenciei mais uma vez a força
da união do Metal! A incondicionalidade
da ajuda, o prazer em ser parte desta “seita”
e a sede pelo Metal foram características
que me saltaram claras aos olhos! Ainda existem
muitas pessoas Brasil afora que acreditam
nesta união, que não é
utópica. O maior defeito da raça
humana é a sua vaidade, isso faz com
que seus interesses sejam postos à
frente de qualquer outra coisa que possa ser
relevante, isso os faz passar uns por cima
dos outros (principalmente se há dinheiro
envolvido). Aliás, em minhas reflexões
acho até bom que as atividades dentro
do Metal underground não envolvam a
movimentação de muitas cifras,
caso contrário um número muito
maior de sanguessugas estaria por aqui. A
visão das pessoas no underground é
romântica, pura e inocente, por isso
somos unidos. Imagine como as coisas poderiam
mudar se as bandas ganhassem R$50.000,00 por
show? Será que ainda assim haveriam
os ditos reais, os ditos amantes do Metal?
Será que haveria união sob tais
condições? Devolvo aqui alguns
devaneios! Será que alguém pode
dar mais na frase “Metal Desunido
vai se matar, vai se destruir”?
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TGZ:
Voltando a falar sobre a Deformity Br,
num passado recente vocês estavam pensando
em fazer uma mini-tournée aqui pelo
Nordeste, ainda têm essa idéia
pra por em prática agora ou acham melhor
quando o primeiro álbum for lançado? |
Yuri
Queremos viajar! Argh! Seria uma boa poder
fazer um giro pelo nordeste. Mas como você
comentou, achamos mais prudente pesar mais
na divulgação da banda antes
de sairmos em turnê. Lançar o
EP e quiçá o primeiro álbum...
assim as pessoas terão escutado de
modo mais conciso sobre o nosso nome e percebido
melhor o nosso trabalho. Neste instante a
turnê funcionará melhor! Não
que isso signifique menos gastos, porque sabemos
que as bandas iniciantes (que é sim
o nosso caso, pois não temos lançamentos
oficiais) têm sim que tirar do bolso
para ajudar nestas turnês. Os eventos
de Metal, em geral, são bastante restritos
(olhem a questão financeira aí
novamente!) e isso pesa na hora de dar uma
ajuda de custos às bandas. Por mais
que as bandas mereçam receber algo
em troca do seu esforço ficam, por
vezes, difícil fazer melhores propostas.
Essas são algumas das variáveis
que teremos que prestar atenção
antes de decidir qual o melhor momento de
viajar!
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TGZ:
Estamos chegando ao fim de nossa conversa,
agradeço em nome do ThunderGod e dos
leitores, o espaço é seu, finalize
deixando uma mensagem aos leitores ou acrescente
algo que consideras necessário. |
Yuri
Palavras finais... sei lá! Kill the
king! Nós que somos eternamente gratos
a você Amraking e ao velho Dorsal por
todo o trabalho honrado que sempre buscaram
construir ao longo de todos estes anos que
vos conheço. A história não
haveria de ser diferente aqui com o desgraçado
Thundergod! Não canso de falar que
os zines configuram-se na voz do underground!
Muito obrigado então por nos dar esta
oportunidade de falar mais um pouco sobre
o nosso trabalho. É muito honroso estar
parte de seu trabalho. Então, por que
não infectar todos os leitores podres
com estas idéias da união? Com
a idéia do apoio? Aprendam a tocar
sim, montem bandas, montem shows! Escutem
no volume máximo, leiam as publicações
metálicas! Apareçam nos shows,
comprem CD’s de bandas nacionais! Isso
é muito importante! Não copiem
lançamentos nacionais! Que porra é
essa?!? Algo mais? Hehehe... Wait and
you’ll feel the rottenness from Deformity
coming right to your fucking noses! Hail Thundergod!
Hail north-eastern Brazilian Metal! Thor’s
hammer will crush non-metal down!
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