}
Tradução:
Virginia
Tutti
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Questões: Cezar
Augusto
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Respostas: Pablo Iacono
PATAN
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A Patan foi formada em 1994
como uma banda cover de Judas Priest, Iron
Maiden e Ozzy Osbourne, um feito que os fez
ficarem bem conhecidos na cena underground
de seu país. Depois começaram
a tocar suas próprias canções
e conseguiram maior reconhecimento...Até
então lançaram 3 álbuns,
sendo o mais recente intitulado “Acero”
através da Icarus Music (Label and
Distribution).
A Patan toca Heavy Metal Tradicional e canta
em espanhol, fato comum entre grupos argentinos,
e é indicada para o conhecimento dos
Metalheads. Que assim seja...!!!
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TGZ:
Saludos ! De início, explique-nos
a razão para terem escolhido o nome
Patan?
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Pablo Iacono: O nome Patan vem do cartoon
de Tv “ The Wacky Races”. Nesta
série original de Hannah-Berbera,
era o cachorro Muttly, que ria sarcasticamente,
cada vez que seu Amo Lê falava as
armadilhas
que fazia na corrida de automóveis.
(*NE.: Muttly, pessoal,
para nós brasileiros, chama-se Rabugento)
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TGZ:
A Patan começou como banda cover,
mas depois de quantos anos a Patan começou
a compor as suas próprias músicas
e quando lançou o primeiro trabalho
Demo? |
Pablo: Passaram 4 ou 5 anos até
que começamos com os temas próprios,
acho que nossa primeira Demo foi em torno
de 1997.
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TGZ:
E os integrantes já tocavam em
outras bandas? Quais? |
Pablo: Sim, alguns haviam tocado em várias
bandas, mas já não existem.
Éramos muito jovens. O baterista e
eu fomos companheiros no colégio secundário,
assim nos conhecemos desde meninos.
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TGZ: Com
a aceitação do 1° trabalho
Demo, a banda gravou o vídeo clip para
a música “Demoledor”. A
produção agradou a todos ou
não? Por quê? |
Pablo: Foi uma produção
independente, com poucos recursos, realmente
gostaríamos de algo mais profissional,
apesar de tudo isso teve boa repercussão
e se difundiu muito bem.
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TGZ: O
1° álbum “Patan” foi
lançado de forma independente ou por
alguma gravadora? E como foi a repercussão
deste 1° Full-Lenght? |
Pablo: O primeiro álbum foi uma
produção totalmente independente
realizada pela banda. A repercussão
foi muito boa, tanto no país como no
exterior. Os reviews ainda estão em
algumas paginas da Alemanha, (Ver www.metal-district.de
; www.obliveon.de
; e outras) onde recebemos comentários
muito bons.
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TGZ:
E o 2° disco “Sangre de Metal”
alcançou uma maior repercussão
e acesso em países como Alemanha, México,
Espanha e EUA. A banda esperava por essa grande
receptividade ou foi uma bela surpresa?
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Pablo: Não, na realidade a surpresa
foi logo do primeiro álbum, com o segundo
já estávamos um pouco mais acostumados.
É incrível que um apareça
em reviews em países longes, e não
no próprio país. O caso mais
incrível é a Alemanha, onde
estão atentos a tudo que acontece musicalmente
em todo o mundo, é um país de
uma grande cultura, sem dúvida.
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TGZ:
Interessante o fato de a banda ter tocado
em shows de tributos, como no “Iron
Maiden Tribute” e “Hermetica Tribute”.
Como foram os shows em ambos os casos? |
Pablo: Foi muito importante para a banda,
muita gente nos viu e permitiu que apreciassem
a capacidade do grupo para versionar a outros
artistas.
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TGZ:
“Acero” é o mais recente
álbum. Como foi o acordo de lançamento
junto a gravadora Icarus Music? A banda está
gostando da divulgação que está
sendo feita/veiculada? |
Pablo: Firmamos contrato por três
discos, dos quais "Acero" é
o primeiro dessa série e, recentemente,
terminamos uma turnê que nos levou ao
Chile, Peru, Equador e Bolívia e também
a vários pontos do interior da Argentina.
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TGZ: As
músicas são tocadas com feeling
ao Heavy Metal tradicional e cantadas em espanhol.
Diga-nos por que a preferência de cantarem
na língua de seu país e qual
a reação da mídia de
divulgação estrangeira? |
Pablo: Bom, como sabem, a tradição
do Rock argentino é cantar em espanhol,
a parte da difusão deste idioma é
a cada dia maior, de todas as formas, não
descartamos gravar em outros idiomas, sem
ir muito longe; faz uns dias que gravamos
uma versão de "Painkiller"
em inglês para o disco tributo a Judas
de varias bandas que vai sair no mês
de março.
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TGZ: Poderiam
falar um pouco sobre as letras dos temas do
álbum “Acero”? |
Pablo: Bom, em geral as letras falam
dos temas da atualidade mundial e nacional,
a ecologia, a situação social
e também sobre os ícones do
Heavy metal, como as culturas, os dragões,
etc.
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TGZ:
Pretendem fazer uma turnê fora do país?
E talvez passar pelo Brasil também? |
Pablo: Bom, isto em parte te respondemos
na pergunta 8. Com respeito ao Brasil, por
suposto que gostaríamos de tocar aí,
mas isto depende do interesse que despertem
na banda. Eu penso que recentemente começaram
a nos conhecerem, assim que chegar o momento,
estaremos encantados de poder tocar em um
país tão importante para a música
em geral.
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TGZ:
Uma curiosidade: A situação
econômica da Argentina atrapalha de
alguma forma os planos da Patan, financeiramente
falando? |
Pablo: Sim, a situação
econômica sempre é um problema,
mas eu te digo que o maior problema é
a falta de apoio dos meios às bandas
que lutam para chegar com uma mensagem distinta.
O Heavy Metal na Argentina segue sendo underground.
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TGZ:
Gracias hermanos pela oportunidade, desejamos
o melhor nessa honrosa luta e caminho. “...el
sonido del más puro Metal, alimenta
mi ego hasta el fin...”. Deixem suas
mensagens aos leitores do ThunderGod Zine!
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Pablo: Saudações para todos
os leitores, desde Argentina e, bem, esperamos
algum dia poder chegar ao Brasil com nossa
banda !!!
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