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Perguntas : Cezar
Augusto - |
- Respostas :
Juliano Régis e Gilson Lange-
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- Entrevista
realizada em Junho de 2008-
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\ Tecendo
comentários sobre temas polêmicos,
como o preconceito racial... "Várias
pessoas do Brasil inteiro e mundo afora
são nossos amigos, através
de contato direto, carta, internet...
Então sabem que não
somos racistas, não nos achamos
superiores e não compartilhamos
destas opiniões que, realmente,
algumas pessoas têm sobre outras
que são diferentes delas",
dentre outros assuntos relacionados
à cena underground e logicamente
à Sodamned, vamos conferir como
foi essa conversa com Juliano Régis
(vocal/guitarra) e Gilson Lange (bateria):
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TGZ:
Saudações. O que significa
a palavra Sodamned, e quais os motivos para
a colocação deste nome para
a banda?
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Juliano:
Sodamned é a junção
das palavras ‘so’ e ‘damned’
e significa ‘tão amaldiçoado’...
Juntamos as duas palavras em uma só
para criar uma identidade para o nome da banda.
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TGZ:
A banda lançou seu primeiro registro
em forma de Demo-Ensaio, hoje fora de catálogo.
Haja vista que muitas bandas preferem não
divulgar Demo-Ensaio, por que vocês
decidiram divulgá-la? |
Juliano:
Iríamos tocar em
um grande festival catarinense (River Rock)
e a banda era relativamente nova, e não
queríamos deixar a oportunidade passar
em branco, sem ter nenhum material para divulgação.
Então gravamos uma música no
ensaio mesmo, criamos um encarte e fizemos
umas 20 ou 30 cópias dela para serem
vendidas no festival, e por incrível
que pareça, vendemos todas. A qualidade
é horrível, mas mesmo assim
tem gente que até hoje comenta sobre
essa demo. Sua divulgação se
deu somente nesse festival mesmo.
Gilson:
Só deixando claro que a demo-ensaio
também continha uma versão para
a música “Sky & Earth”,
porém não é a mesma versão
que veio como bônus no split CD.
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TGZ:
Já como o 1º registro oficial,
a banda apresentou a Demo “On The Gallows”.
Como vocês analisam a receptividade
dos meios por onde teve divulgação?
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Juliano:
Mesmo
tendo sido nossa primeira vez em estúdio,
o que nos fez não explorar os recursos
disponíveis da melhor maneira possível,
creio que conseguimos um bom resultado, e
a resposta da mídia e do público
foi bastante positiva. Rendeu boas resenhas,
muitos shows e, o principal, muitos novos
contatos e amigos dentro do meio. Distribuímos
aproximadamente mil cópias da demo,
e hoje, mesmo com o ep “The Garret”
lançado ainda há pessoas procurando
pela demo.
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TGZ:
Até agora, vocês já participaram
de duas coletâneas (Endless Massacre
Vol. 1 – 2005 e Rock Soldiers XII -
2006). Por outro lado, existem bandas que
se dizem “underground”, porém
desconsideram o papel das coletâneas
independentes. Vocês pensam que isso
seria uma contradição? Argumentem. |

Juliano:
Particularmente, não sou um consumidor
de coletâneas, é um tipo de material
que eu ouço uma, duas vezes no máximo,
e depois corro atrás das bandas que
me interessaram. De maneira geral acho que
é mais ou menos esse o papel de uma
coletânea, mostrar o trabalho de várias
bandas, despertando o interesse das pessoas
pelas bandas com as quais melhor se identificam.
Em ambas as coletâneas nas quais saímos,
havia bandas de vários estilos como
rock’n’roll, hardcore, e isso
acaba fazendo com que pessoas que estão
habituadas a ouvir outros estilos apenas acabem
nos ouvindo, e quem sabe se interessando pelo
tipo de música que tocamos, o que é
bastante positivo. Não acho que para
se estar no underground, necessariamente você
precise considerar a possibilidade de figurar
em uma coletânea, porém, na minha
opinião, elas ajudam bastante a divulgar
sua banda.
Gilson:
Eu também não acredito que seja
uma contradição as bandas optarem
por não participarem de coletâneas,
principalmente porque, na maioria delas, as
bandas além de liberarem as músicas
gratuitamente, têm que bancar uma parte
das despesas de fabricação do
CD juntamente com o produtor. Então,
acredito que algumas bandas preferem economizar
este dinheiro para, por exemplo, gravar um
CD próprio ou realizar mais shows de
divulgação.
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TGZ:
Vamos falar do Split ‘The Damned Celebration’
lançado pela Face The Abyss Records
em 2007. Neste trabalho, vocês participaram
com o Ep “The Garret”. Como foram
os acertos para poderem fazer parte desse
Split, que inclusive foi dividido com um material
da Dark Celebration?
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Juliano:
O Gilson, que é nosso batera, é
o idealizador do selo, e casou a abertura
do selo com o fato de estarmos nos preparando
para lançar ‘The Garret’.
Quanto à participação
da Dark Celebration, foi uma questão
de querer oferecer ao público algo
mais, já que o custo não aumentaria
tanto pelo fato de termos uma banda a mais
prensada no CD. Conhecemos melhor o som deles
quando estivemos em Caxias do Sul (RS) para
as gravações do ‘The Garret’,
e ganhamos uma promo dos kras, achamos o som
muito foda, e quando a outra banda que dividiria
o split conosco não pode mais participar,
não pensamos duas vezes e convidamos
a Dark Celebration para a empreitada.
Com o mercado configurado da maneira como
está hoje em dia, acreditamos que temos
que oferecer alguma espécie de diferencial
para que as pessoas queiram comprar nosso
material, por isso tivemos a idéia
de fazer um split, com uma embalagem diferenciada,
encartes para ambas as bandas, e tentar oferecer
tudo isso pelo custo de um CD normal, e a
idéia parece ter dado bastante certo.
Gilson:
Pois é, foi uma árdua negociação
comigo mesmo, hehehe. Mas falando sinceramente
eu acredito muito nessas composições,
e a qualidade do trabalho do Dark Celebration
é indiscutível também.
Quem teve a oportunidade de ouvir o CD sabe
do que estou falando.
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TGZ:
Comentem a respeito do trabalho
desenvolvido pela Face The Abyss Records para
com a Sodamned. |

Juliano:
Resumidamente, a banda bancou a parte de estúdio,
e a gravadora se encarregou pelo resto, pagando
pela prensagem do CD e impressão da
arte gráfica, e se responsabilizando
por toda a parte de divulgação.
A banda ficou com uma cota de CDs, que têm
sido destinados a outras gravadoras e mídia,
mas o ‘grosso’ da divulgação
mesmo está sendo feito pela Face the
Abyss. Já temos inúmeras resenhas
publicadas em países como Alemanha,
Inglaterra, México, Bélgica,
Holanda, Polônia, Dinamarca...enfim,
o trabalho de divulgação está
trazendo um resultado bastante satisfatório.
Gilson:
Como a gravadora é nova e o empreendimento
contém grande dose de risco, infelizmente
a Face the Abyss não pode contribuir
com os custos de gravação das
bandas. É realmente uma pena ter que
deixar o artista bancar o estúdio,
mas eu tive que ser realista com a realidade
atual da fabricação e venda
de CDs, sem contar que todos sabem que o próprio
público nacional não dá
o apoio necessário aos nossos lançamentos.
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TGZ:
As músicas do Ep “The
Garret” estão com uma ótima
qualidade sonora, podendo-se perceber o poder
das melodias aliadas ao peso com arranjos
trabalhados pela banda. Fale sobre todo o
processo de composição das 4
faixas (além dos investimentos na gravação
delas), ficando ao seu critério comentar
sobre a 5ª faixa "Sky & Earth",
por ser uma "bonus track". Certo? |
Juliano: Todas as músicas
do ‘The Garret’ são composições
antigas da banda, pois quando começamos
a banda, já começamos compondo
músicas próprias, sempre tentando
valorizar nosso próprio trabalho. Sendo
assim, podemos dizer que lapidamos essas músicas
durante uns seis anos, já que na demo
havíamos lançado outras 4 músicas
nossas. Geralmente eu trago as idéias
dos riffs, e montamos as músicas no
ensaio. Durante o período em que o
Japa tocou conosco, ele contribuiu bastante
com arranjos e solos para as músicas,
o que pode ser notado nas composições
deste EP. Investimos bastante nas gravações,
pois gravamos toda a parte de bateria no Da
Tribo estúdio, em SP, e o resto no
Nitro Sound, em Caxias do Sul, mas cremos
que cada centavo gasto foi válido.
‘Sky & Earth’ foi gravada
exclusivamente para lançamento de uma
coletânea pela Violent Records de SP,
em um estúdio em Rio do Sul, cidade
onde ensaiávamos há três
anos atrás. A qualidade dela deixa
bastante a desejar, mas como ela havia sido
lançada apenas na coletânea,
que era destinada a um público mais
aberto, decidimos coloca-la como bônus
em ‘The Garret’, e o contraste
dela com as músicas gravadas para o
EP mostra a evolução que a banda
teve durante esses anos.
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TGZ:
A banda já sofreu mudanças
na formação, quais foram os
motivos e como se encontra a atual formação
do grupo? |

Juliano: O Gerson (ex-baixista)
foi um dos membros fundadores da banda, e
saiu da mesma no final de 2006, sendo que
o motivo principal foi o fato de acharmos
que há algum tempo percebemos que a
visão dele de como a coisa deveria
funcionar diferia da minha visão e
do Gilson. O Japa tocou apenas durante um
ano, tendo saído junto com o Gerson
em 2006. Essa decisão não foi
fácil, pois estávamos juntos
com o Gerson desde o início, e tínhamos
uma química musical perfeita, mas infelizmente,
não é só essa química
que faz a banda funcionar. Hoje contamos com
o Felipe (também membro da Pain of
Soul) no baixo, e o Anderson (Ovários)
na segunda guitarra. O Anderson acabou de
entrar na banda, teremos nosso primeiro ensaio
com ele, e em seguida ele já vai encarar
as duas próximas apresentações
da banda. Acredito que a segunda guitarra
vá acrescentar muito ao vivo.
Gilson:
Quanto ao Gerson, na verdade, posso dizer
que foram apenas divergências e algumas
discussões, mais de cunho pessoal,
e as coisas não estavam mais fluindo.
Somos irmãos, então sabe como
é, atritos são comuns. Mas a
saída se deu amigavelmente, o Gerson
pediu para sair e concordamos, tudo ocorreu
bem. O Gerson é fã de Metal
e um bom músico e vocalista, tenho
certeza que ele vai achar seu lugar novamente.
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TGZ:
Juliano, você já foi vocalista
da Austhral. Qual o porquê de sua saída
do outro grupo? |
Juliano: Apesar de eu gostar
muito do som do Austhral, os mentores da banda,
que são o batera e o guitarra, tinham
uma idéia bastante diferente da minha
sobre como se conduzir uma banda, e isso gerava
vários conflitos. Logo que acabei de
gravar os vocais para o debut deles (Tocado
à Vento), eu anunciei minha saída
da banda, e tudo ocorreu normalmente, sem
stress. Eles acabaram regravando toda a parte
vocal, já que o baixista assumiu também
o posto de vocalista da banda, e no CD figuram
apenas alguns 'backing vocals' meus.
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TGZ:
Tratando de um assunto muito polêmico.
Qual a opinião de vocês sobre
o racismo e o preconceito, que muitos brasileiros
dizem existir aí no sul do Brasil com
relação aos negros e nordestinos? |
Juliano: Isso é
muito complicado. Nenhum dos membros do Sodamned
tem essa visão negativa sobre negros
ou nordestinos, e, mesmo se tivesse, isso
seria problema de cada um, já que,
enquanto banda, não tratamos de política
ou assuntos que envolvam essa polêmica.
O que existe são pessoas diferentes,
e jeitos diferentes de ser, já que
nordestinos nascem muito longe daqui (risos)
e, por conseqüência, tem seu próprio
jeito de conduzir suas vidas. No geral, minha
visão sobre o assunto é a de
que é utópica a idéia
de que todos os seres humanos são iguais.
Existem sim, diferenças entre as pessoas,
seja entre negros e brancos, noruegueses e
portugueses ou russos e chineses, a questão
é que essas diferenças não
constituem uma hierarquia de raças,
colocando brancos em um patamar superior,
e negros ou asiáticos em um patamar
inferior, por exemplo. Trata-se apenas de
diferenças. Sou contra o fato de se
cometer qualquer tipo de violência baseada
neste tipo de preconceito racial, mas também
creio que se o indivíduo não
gosta de negros ou nordestinos por algum motivo,
é direito dele, afinal de contas, vivemos
em um país democrático.
Particularmente, aprecio o bom caráter
das pessoas, e isso está do lado de
dentro de cada um, independente da cor ou
nacionalidade.
Gilson:
Várias pessoas do
Brasil inteiro e mundo afora são nossos
amigos, através de contato direto,
carta, internet... Então sabem que
não somos racistas, não nos
achamos superiores e não compartilhamos
destas opiniões que, realmente, algumas
pessoas têm sobre outras que são
diferentes delas. Mas já está
existindo um real preconceito conosco, do
sul, nos rotulando indiscriminadamente de
racistas. É verdade, existem indivíduos
que ficam fazendo apologia ao separatismo
e gritando “sul... sul” em shows,
então entendo que sejamos vistos com
desconfiança. Porém o ser humano
é desconfiado, xenofóbico e
muitas vezes preconceituoso por natureza,
e isso não se limita a nossa região,
ou às pessoas que têm a pele
branca. Inclusive, caso não saibam,
existem negros aqui no sul e alguns deles
defendem o separatismo também!
Destaco que defendemos duas coisas em potencial:
primeiro – não misturamos política
e metal e não gostamos desta mistura,
segundo – apesar de não concordarmos
com determinadas opiniões, defendemos
o direito e a liberdade de expressão
com integralidade. Se o cara quer ser separatista
ele, vai saber, talvez tenha seus motivos
(e isso não é um “pré
conceito”, como alguns supõem
– esta pessoa pode ter conceitos mesmo,
estúpidos ou com fundamento), podendo
não ter relação nenhuma
com racismo, e tem o direito de ter essa opinião
e defendê-la, desde que não seja
através do heavy metal.
Não querendo me estender muito, mas
bancando o “advogado do diabo”,
vou dar um exemplo simples de que nem toda
opinião polêmica é preconceituosa:
quando digo “a bíblia é
uma fraude”, tenho várias evidências
para te citar, então esta opinião
não é um pré conceito
(opinião formada de forma espontânea,
apropriada do senso comum, sem análise
pessoal). Mas poderia ser preconceituosa se
eu dissesse: “todo cristão é
um hipócrita”. Captaram a diferença?
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TGZ:
A temática do Sodamned foge
de pregações morais, religiosas
ou políticas, com letras retratando
situações onde o desespero,
a dúvida e a descrença tornam-se
presentes na vida individual dos seres humanos,
fundindo-se em um misto de visões a
respeito de nossa existência. Diante
disso, como vocês vêem a obscura
existência humana? E se acreditam na
existência de outras vidas no universo? |
Juliano: Se as religiões
não criassem tantos questionamentos
acerca de nossa existência, não
haveria obscuridade nenhuma nela. É
‘mal’ do ser humano questionar-se
sobre de onde veio e para onde vai, e de maneira
geral, acho que acabamos colocando esse tipo
de questionamento em nossas letras mais como
ferramenta para se criar literatura do que
como meio de se questionar. É bem como
citado acima, falamos sobre situações
onde sentimentos ‘ruins’ estão
presentes na vida do ser humano, sendo que
geralmente este tipo de situação
muda a visão do indivíduo sobre
certas ‘verdades’ adotadas como
regras para sua vida.
Gilson:
Acredito que a vida como
um todo é um acidente químico,
aconteceu por acontecer, não existe
ou existiu algum ser ou força cósmica
que comandou a evolução, simplesmente
foi o acaso. O que torna tudo mais positivo
na minha opinião, porque a vida acaba
sendo uma coisa rara e deve ser um prazer
desfrutar disso. Nossas letras acabam sendo
de certa forma como as antigas tragédias
gregas: tratando de acontecimentos tristes
ou perturbadores, mostramos como a vida é
diversa, sem sentido, misteriosa e uma grande
aventura a ser desfrutada. Quanto à
vida fora da Terra, acredito que sim, acho
bem possível sua existência,
porém duvido de supostos contatos com
nossa civilização.
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TGZ:
Quando virá o novo lançamento
do Sodamned? E o que poderemos aguardar desse
próximo material? |
Juliano: Estamos com material
suficiente composto para o lançamento
do debut da banda, mas ainda estamos trabalhando
duro na divulgação do ‘The
Garret’, pois começamos a divulgá-lo
a menos de um ano ainda. Pretendemos entrar
em estúdio no máximo no início
de 2009, e daí só o decorrer
das coisas é que dirá quanto
tempo então levará até
que o material esteja pronto. Iremos gravar
algumas músicas que constaram na demo,
várias músicas antigas nunca
gravadas e algumas músicas novas nas
quais estamos trabalhando. O Sodamned é
uma banda que sempre buscou fazer um som rápido,
pesado, mas buscando soar melódico
ao mesmo tempo, e com o passar dos anos, a
única coisa que mudou foi o aperfeiçoamento
musical dos membros da banda, então
é isso que vocês podem esperar
da banda, pois nossa proposta continua a mesma.
Cada vez mais estamos aprendendo a explorar
o fato de estarmos dentro do estúdio
gravando, e isso com certeza irá se
refletir no próximo trabalho.
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TGZ:
Muito obrigado pela participação
no ThunderGod Zine, desejamos que o sério
trabalho do Sodamned continue a todo vapor... |
Juliano: Agradecemos pela
oportunidade, e ao pessoal que se interessou
pela banda, acessem www.sodamned.com e entrem
em contato, responderemos a todos com prazer.
Bang til’ death!
Gilson:
Aproveito a oportunidade
e passo o site da Face the Abyss (www.facetheabyss.com)
para aqueles que ficaram curiosos a respeito
dos lançamentos. Obrigado ao Thundergod
zine pela divulgação. Mantenham
a chama do Heavy Metal acesa!
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