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THUNDERGOD ZINE
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Questões:Mário
Tenebrarum(Colaborador)
Respostas:Maurício
Corrêa
THE
SCEPTIC
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Formada
em 2003 na cidade de Caxias do Sul/RS, o The
Sceptic surge como um projeto dos guitarristas
Lander e Maurício Corrêa, contando
também com o apoio do baixista Marcelo
Nunez. Com a proposta inicial de buscar uma
sonoridade própria, mesclando ao Death
Metal técnico e brutal, um estilo próprio
de criação movido por influências
de diversas bandas, das quais se destacam
principalmente: Death, Nile, Morbid Angel
e até In Flames entre diversas outras,
a banda vem então buscando seu reconhecimento
no underground. Após a breve passagem
de três bateristas pela banda, Rafael
Froner (Terrify), Roberto Ceccato (Predator)
e por último João Vieira (Melancholic
Art) a banda optou por fazer o seu primeiro
registro em estúdio com bateria programada,
levando em consideração a qualidade
excepcional que esta proporcionava ao seu
som. Este primeiro registro, gravado em 2005
no Brave Metal Studio resultou no EP “Psychopathological”,
que conta com 5 composições
próprias abordando temas que envolvem
a insanidade humana e patologias cerebrais.
Atualmente, com a entrada do novo baterista
Marcos Conte a banda já se prepara
para em breve retornar aos palcos e divulgar
seu primeiro trabalho. Para saber mais sobre
a história do The Sceptic, novidades,
projetos, convocamos o guitarrista Maurício
Corrêa que nos respondeu as perguntas
abaixo.
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TGZ:
Saudações Mauricio, primeiramente
nos fale um pouco sobre a historia do The
Sceptic.
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Mauricio Corrêa: Saudações,
O The Sceptic surgiu da idéia inicial
de Lander(Vocalista/ Guitarrista) que queria
formar uma banda para poder tocar o que mais
gostava, que era Death Metal. A partir daí
então, eu e o Marcelo (Baixista) logo
ingressamos na banda, inclusive o nome The
Sceptic, escolhemos juntos! As únicas
mudanças de formação
da banda ocorreram com os bateristas, já
trocamos de batera quatro vezes, o resto dos
integrantes continuam os mesmos desde a formação
da banda.
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TGZ:
A banda The Sceptic tem uma pegada bem
particular de Death Metal, quais são
suas principais influências?
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Mauricio Corrêa: Bom,
todos nós gostamos dos mais variados
tipos de som, mas quando se trata da banda,
a gente procura expor nossas influências
mais técnicas que vão de Death
à Cynic, e brutais, que vão
de Nile à Angel Corpse.
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TGZ:
Existe muita variação
entre as músicas, hora ela é
um Death técnico, outra hora é
um extremo Death. Fale-nos sobre a forma de
criação musical da banda.
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Mauricio Corrêa: A gente preza
muito a criatividade, não aplicamos
técnica apenas por aplicar, tem que
soar legal, algo interessante de se ouvir.
Procuramos dosar isso, equilibrando com as
partes mais extremas. A gente aproveita o
fato de ter duas guitarras na banda e aplicamos
muitos intervalos, variações
e frases diferentes que nos soem legais.
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TGZ:
Outra coisa peculiar é que a banda
utilizou de uma bateria eletrônica,
por quê? E como se deu a criação
das linhas de bateria?
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Mauricio Corrêa: Bom,
tivemos que recorrer à bateria programada,
pois justamente no meio das gravações,
nosso antigo baterista João “Lord”
da Melancholic Art resolveu deixar a banda
para seguir com seus objetivos. Como queríamos
algo bem feito de acordo com nossas exigências,
não teve outro jeito, tive que aprender
a programar, e após três meses
retomamos as gravações.
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TGZ:
Vamos ao Ep “Psychopathological”,
qual o significado da arte da capa? E quem
fez a composição da mesma?
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Mauricio Corrêa: A idéia
é nossa mesmo, eu e o Lander já
tínhamos mais ou menos imaginado o
que queríamos nessa capa, pois ela
iria representar a temática das nossas
músicas. Essa capa procura mostrar
todo o sofrimento e agonia que o ser humano
em seu mais completo estado de loucura e demência
pode sentir.
Quem fez ela foi o Maicon Benato que cuida
da parte gráfica da Nitro Sound Solutions.
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TGZ:
A qualidade de gravação ficou
excelente. Onde foi feito esse trabalho e
quem o fez?
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Mauricio Corrêa: A produção
ficou a cargo do Roger Fingle (Seduced By
Suicide & Blood Tears) e foi gravado no
estúdio dele, Nitro Sound Solutions
(antigo Brave Metal Studio).
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TGZ:
Como anda a divulgação
do Ep? E como está a aceitação
do mesmo?
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Mauricio Corrêa: A divulgação
durante 2005 foi razoável, ainda não
temos o apoio de um selo para uma melhor divulgação,
mas mesmo de forma independente conseguimos
conquistar nosso espaço. Várias
resenhas e comentários positivos sobre
o Ep até agora. A aceitação
está sendo muito boa e isso nos motiva
a seguir em frente.
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TGZ:
Você tem algum planejamento de
divulgação no exterior?
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Mauricio Corrêa: O Lander está
voltando dos EUA agora em abril de 2006, mas
nesse período que ele ficou lá,
conseguiu fazer contato com todos os estúdios
e selos que tínhamos planejado contato
antes de ele ir. Através deste Ep pretendemos
conseguir algo positivo para a gravação
de um futuro Cd.
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TGZ:
Estou sabendo que vocês recrutaram
um baterista. Quem é ele? E se já
fizeram algum show com a formação
nova?
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Mauricio Corrêa: Sim,
o nome dele é Marcos Conte. Ele apareceu
após a gravação do cd
e passou em nossos testes. Está indo
muito bem, já fizemos três shows
juntos. Ele é exatamente o que a The
Sceptic precisava. Agora em maio já
voltaremos a fazer shows.
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TGZ:
Já existem músicas novas? Fale-nos
sobre elas:
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Mauricio Corrêa: Sim, existem nove
músicas em que estamos trabalhando.
Algumas já estão prontas, outras
não, mas agora em 2006 já estaremos
tocando duas das novas músicas em nossos
shows. Elas seguem a mesma linha, mas estão
um pouco mais brutais e bem técnicas.
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TGZ:
Vocês pretendem lançar um debut
ou iram gravar outro Ep para vê se conseguem
alguma gravadora?
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Mauricio Corrêa: Ainda estamos
buscando nosso espaço com esse Ep,
e quando entrarmos no estúdio novamente,
será para gravar o debut.
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TGZ:
Quais são os planos futuros da banda?
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Mauricio Corrêa: Pretendemos
fazer muitos shows em 2006. Agora que temos
a formação estabilizada, continuaremos
divulgando o Ep “Psychopathological”
e continuaremos lapidando as novas músicas
para uma futura gravação do
nosso debut.
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TGZ:
Quais são os cinco álbuns de
Metal que não pode faltar na coleção
de um Headbanger? |
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Mauricio Corrêa: Ahhh os clássicos
né, e são muitos! Eu gosto muito
do “Symbolic” e “Individual
Thought Patterns do Death”. O “Focus”
do Cynic é lindo! Mas como estamos
falando em Banger, mando logo o “The
Bleeding” do Cannibal Corpse e o “Once
Upon the Cross” do Deicide.
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TGZ:
Obrigado pela entrevista, o espaço
é todo seu para suas ultimas palavras. |
Mauricio Corrêa: Eu
é que agradeço por este espaço
cedido. Ficamos muito felizes em poder mostrar
nosso trabalho para pessoas das mais diferentes
regiões do país, que se interessam
pelo estilo. E para quem tiver interesse
em saber um pouco mais do nosso trabalho,
é só acessar o site: www.thesceptic.com
que conta com notícias atualizadas
e duas mp3's completas para download. Grande
abraço a todos!
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