| |
| »
ENTREVISTA: ANPHISBENAH
« |
|
|
|
}
Realizada por: Elimar
Oliveira
} Respondida
por: Ricardo
Anphisbenah
|
|

A Anphisbenah é mais
uma fudida banda da safra sulista de Death
Metal, após tempos de dedicação
e ter lançado uma demo há alguns
anos, enfim lança seu debut album de
forma independente, o cd "Infinite mutable
fundamental form", que chega numa qualidade
surpreendente em todos os parâmetros
de trabalho. O seu guitarrista Ricardo Cury
apresenta melhor a banda para vocês
:
|
|
TGZ:
Como vem sendo a divulgação
do cd independente “Infinite Mutable
Fundamental Form” ? |
Ricardo: Tem sido fraca, mandamos poucas
cópias, estamos realmente esperando
um retorno inicial para lançarmos mais
cópias para gravadoras e tentar conseguir
algum apoio nesse sentido. Mas primeiros estamos
esperando saírem as resenhas das primeiras
80 cópias que mandamos. Mas estamos
vendendo o CD para quem quiser comprar.
|
TGZ: Vocês
vêm fazendo muitos shows para divulgar
esse lançamento? Pretendem fazer uma
tour pelo país? Quais os planos futuros
da banda? |
Ricardo: Fizemos alguns shows antes de
termos o cd pronto em nossas mãos,
mas já divulgando as músicas
contidas nele, ou seja, perdemos de vender
vários cds, mas fizemos ao total 5
shows entre outubro de 2003 e maio de 2004
que nos renderam vários convites para
outros shows posteriores que não pudemos
tocar devido a viagem do nosso vocalista César
de Cesaro que também é tatuador
e foi tatuar na Holanda durante o atual período,
desde então até o presente momento
desta entrevista, ele ainda se encontra lá
tatuando os gringos. Sobre tour pelo país,
claro, acho inclusive que toda banda gostaria,
mas pretendemos, se for o caso, fazer isso
no ano que vem (2005), onde teremos as músicas
que estamos trabalhando atualmente já
prontas, para juntar elas ao nosso repertório
antigo que continha doze músicas, um
show completo vai ser, caso alguém
que esteja lendo isso esteja interessado nos
procure, pois precisamos datas a partir de
maio/junho, data a qual já estamos
viabilizando alguns contatos para uma tour,
e se conseguirmos fechar diversas datas consecutivas
vai ser melhor, pois o gasto será menor
para nós e para os organizadores, sem
contar que poderemos nos ausentar planejadamente
dos empregos, porque todo mundo rala no Anphisbenah.
Já nossos planos para o futuro seguem
a mesma linha do que já viemos fazendo
há algum tempo, tocar, fazer músicas
novas, gravar as composições,
e fazer shows pra galera mostrando nosso trabalho.
|
TGZ: O
álbum foi lançado de forma independente,
mas o mesmo tem uma qualidade ótima,
vocês não enviaram demo pros
selos? Por que preferiram lançar independente
mesmo? |
Ricardo: Na verdade o que estamos fazendo
atualmente é nos apresentar de forma
direta para os selos e gravadoras, antes desta
gravação, só tínhamos
um material com data defasada e o mesmo, impossibilitava
mostrar nosso trabalho atual, o qual nós
consideramos de superior qualidade, por isso
decidimos lançar nosso CD independente,
afinal, estamos mandando ele como cartão
de visitas da banda para todas as gravadoras
que nos agradam o trabalho, mas também
não podíamos ficar na angustia
de não mostrar o nosso som novo pros
nossos amigos e para as pessoas em geral que
se interessam, portanto decidimos fazer uma
produção de número maior
já prevendo mandar nosso material para
revistas, amigos, e as demais pessoas que
entram em contato constantemente pedindo nosso
material.
|
TGZ:
Quais são as principais influências
do Anphisbenah? Você poderia citar cinco
álbuns que você considera clássicos
definitivos do Metal em todos os tempos:
|
Ricardo: Sinceramente, é impossível
para mim lembrar de alguma banda ao pensar
na minha, procuramos nos manter longe de influência
direta de qualquer banda, afinal estamos sempre
buscando manter nossa identidade própria
em nossa música, com certeza todos
os membros do Anphisbenah, assim como eu,
escutamos diversas bandas e músicas
de diversos estilos diferentes, e sem dúvidas
esse contato nos influência, assim como
maioria das vivências que temos em nossas
vidas no dia a dia, buscamos nossas influências
para compormos dentro de nós mesmos.
|
TGZ: O
Rio Grande do Sul revela grandes nomes do
Death Metal, como Krisiun, Rebaelliun, Mental
Horror, Nephast, e vocês também
mantendo a tradição Death Metal.
Mas diga como é a cena daí,
tem muitos bangers apoiando, os shows tem
grande público? E há bandas
que podem despontar na cena num futuro próximo? |
Ricardo: Felizmente Porto Alegre é
um local bom de se viver e propício
ao metal extremo, mas como em qualquer cena
local, tem bandas boas e bandas ruins, pessoas
competentes e incompetentes, mercenários,
oportunistas, e pessoas que dão o sangue
pelo metal, felizmente eu tenho a sorte de
ter bons amigos que me respeitam e eu respeito
igualmente, e temos tido diversos apoios de
variadas pessoas, o que nos faz acreditar
estarmos em uma cena definitivamente em fase
de pleno crescimento.
|
TGZ:
O que vocês conhecem da cena de
outros estados? Aqui no Nordeste por exemplo
temos bandas que já são destaque
na cena a algum tempo como Headhunter DC,
Mystifier, Sanctifier, Malefactor, entre outras,
vocês mantém contato com bandas
daqui do Nordeste, quais? |
Ricardo: Velho, já ouvi falar
de algumas destas bandas, realmente a cena
daí tem atingido o Brasil inteiro de
forma muito respeitosa, conheço muitas
pessoas de bandas, infelizmente não
me lembro ao certo quais bandas são
de quais lugares, mas com certeza posso te
afirmar que entre meus contatos existem muitos
baianos de boas intenções na
cena metal nacional.
|
TGZ: Antigamente
existiam apenas Revistas e Fanzines para divulgação
do Metal em geral, as Revistas centravam sua
divulgação mais pras bandas
“grandes” enquanto aos zines ficavam
a missão de divulgar as bandas undeground’s.
Hoje existem também os Web Zines que
por estar sempre on line e seu próprio
formato abrange um maior público em
menos tempo, porém há quem diga
que os Web Zines não são underground’s
por não estar disponível a quem
não tem acesso a internet, etc, etc,
Qual a opinião do Anphispenah sobre
esse assunto? |
Ricardo: Realmente a Internet abrange
em torno de 10% no máximo da população
brasileira, levando em consideração
que o pessoal que curte metal é apenas
uma fração dessa fração
que já é mínima, vemos
que apesar de ser um meio absolutamente superior
em qualquer predicado aos meios rústicos
antigos, ainda é de difícil
acesso a grande maioria do metal, mas posso
afirmar que na verdade em até certo
ponto de vista, a Internet é mais underground
que o próprio zine, e serve sua função
de maneira mais rápida, atualizada
e singular, afinal não é qualquer
banger que tem acesso, até mesmo porque
requer um investimento muito superior, também
deve se levar em considerarão o fato
de que não basta só ter Internet
para se ter acesso a qualquer informação
ou pessoa, você precisa saber o que
está fazendo, e saber procurar, mas
por outro lado, são muitos os lixos
encontrados na Internet, onde qualquer criança
pode se dizer banger do dia pra noite, assim
como é muito mais fácil de se
encontrar conteúdo em áudio
e vídeo, principalmente de bandas clássicas
antigas, então acredito eu, que pessoas
mais velhas, os vovôs do metal se sintam
traídos pela Internet porque eles lutaram
muito pra conseguir aquele vinil, e hoje nos
podemos baixar toda a discografia de uma banda,
para curtir, do próprio site da banda
e de graça sem precisar esperar e nem
pagar nada a não ser o custo da conexão,
ou seja, muito melhor agora. Muito melhor
com a Internet, pesando os valores positivos
e negativos, temos muitos mais pontos a favor
da Internet com suas possibilidades do que
as revistas impressas com suas limitações.
Acredito que toda e qualquer informação
é de patrimônio da humanidade
e deve ser de acesso comum a todos sem custo,
ou pelo valor mais acessível possível,
e acredito que com o passar do tempo é
exatamente isso que a Internet vai proporcionar
se nós usuários impormos isso,
negando empresas que pretendem dominar e vender
a Internet de forma gananciosa e cruel, restringindo
acesso a conteúdo, e informação.
|
TGZ:
O site de vocês (www.anphisbenah.com.br)
é bem estruturado, de fácil
acesso e navegação, mas está
disponível apenas no idioma inglês,
por quê? |
Ricardo: Primeiramente, porque sou eu
que faço o site, tanto a estrutura
quanto os textos, sendo assim, me resta pouco
tempo para trabalhar e me dedicar ao site
de forma correta, mas sempre tivemos nosso
site em inglês e nunca foi um problema,
afinal, nossas letras são em inglês,
e a maioria dos nossos fãs são
do exterior, entendemos a necessidade de termos
o nosso idioma natal no site, e talvez num
futuro próximo o site tenha versão
em português para os que não
entendem inglês e gostariam de saber
o que estamos falando. É sem dúvidas
uma deficiência nossa, mas que no momento
não nos atrapalha.
|
| TGZ:
Fale sobre do que se trata o Web Inferno 666
? |
Ricardo: Web inferno é uma comunidade
underground alternativa para pessoas que gostam
de ler e escrever sobre o metal, tornando-se
membro do site, que é um cadastro fácil,
sem custos e indolor, o usuário tem
acesso a todo conteúdo do nosso banco
de dados, são milhares de informações
de bandas , de shows, resenhas entrevistas,
e pessoas que discutem assuntos interessantes
em nosso fórum, todo mundo pode mandar
resenhas, entrevistar uns aos outros, mandar
noticias de shows, e inclusive dar notas para
as matérias uns dos outros, comentar
todoas as resenhas, noticias, shows, o site
é absolutamente interativo, feito diretamente
pelos usuários. Temos sistema de comunicação
onde usuários podem se comunicar uns
com os outros, todo usuário tem seu
próprio blog, e pode atuar de forma
que achar conveniente, adicionando endereços
de bandas na Internet, de mp3 de bandas pra
download, mandar tudo que é tipo de
informação relacionada ao metal,
e somos assim anos antes de sites que nem
o orkut, ou ate webzines que somente agora
estão se re-estruturando as novas tecnologias
de bancos de dados e cadastro de usuários.
Nossos usuários são cadastrados
para manter a segurança de todos, mas
todos usuários tem total liberdade
para atuarem no site da forma que acharem
conveniente, desde que respeitem os demais
membros.Claro que cristãos serão
banidos permanentemente.
|
TGZ:
Atualmente no Brasil enfrentamos um grave
problema que é a pirataria, e infelizmente
esse mal já está atingindo também
as bandas undeground’s o que eu acho
um absurdo, primeiro quem compra cd pirata
de uma banda underground pra mim é
um falso banger e poser, e quem copia também,
qual medida você acha que pode coibir
esse crime e aproveite também o espaço
pra deixar uma mensagem pra quem compra e
copia esses materiais: |
Ricardo: Acho que infelizmente em muitos
casos a pirataria tem se tornado a solução
para muitos, afinal, acho em primeiro lugar
importante que o pessoal ouça meu som,
a pirataria nada mais é do que a ampliação
da antiga “troca de fitas”, e
acho que quem tem que tomar uma atitude são
as gravadoras e a alfândega que realmente
fazem ser necessária a pirataria em
nosso país, acredito que se os cds
e materiais culturais importados não
tivessem impostos teríamos um valor
mais accessível e isso tornaria a pirataria
desnecessária, agora, uma pessoa que
ganha um salário mínimo por
mês, não tem condições
de juntar grana pra comprar CDs importados
com valores absurdos como os de hoje em dia,
e acho mais importante ouvir o som do que
ficar sem ouvir, e sabendo que as bandas na
verdade ganham uma fração mínima
do valor cobrado dos cds, acho que os caras
que fizeram as músicas mesmo, não
se importam tanto quanto as gravadoras.
Com certeza ao meu ver, a pirataria é
ruim, por ser desonesta, mas necessária
para trazer a tona uma realidade que sempre
existiu, o imposto sobre conteúdo cultural,
enquanto tivermos que pagar tarifas para o
nosso próprio pais para termos acesso
a cultura de fora, nunca seremos um pais evoluído,
é fundamental que sejam revisadas as
leis alfandegárias para garantir o
acesso ao cidadão comum a culturas
de fora do país, assim como também
é de fundamental importância
que as gravadoras percebam que o público
quer comprar, mas não tem caminhões
de dinheiro, então devem também
adotar uma política de preço
baixo.
Uma solução inteligente que
tem sendo feita por muitos é relançar
os cds internacionais em versões nacionais
autorizadas aqui dentro do país, isso
tem ajudado no quesito acesso, mas mesmo assim
existe uma grande carência de álbuns
de todas as bandas de fora que não
temos aqui dentro e só são acessíveis
através de valores muito altos em maioria
das vezes.
Não devemos nos enganar olhando para
o problema como o governo gosta de fazer,
culpando quem compra CDs piratas, e sim culpar
os verdadeiros culpados que são exatamente
os Governantes que não abrem mão
dos impostos, que no final das contas nem
são investidos em qualquer projeto
direcionado ao nosso tão querido underground
nacional. Sendo assim, pagamos impostos e
não somos nem beneficiados com isso,
inviável ao meu ver continuarmos assim.
|
TGZ:
Poderia comentar o fato em que tentaram matar
o baterista do Anphisbenah em Canoas/RS ?
Quando, quem e como foi essa história
? |
Ricardo: Não costumamos mencionar
fatos da vida pessoal dos membros, mas vou
explicar de forma resumida: ao sair de um
show, fomos interceptados por pessoas da região
onde acontecia o maldito show, e por azar
nosso baterista foi o alvo principal de um
ataque em massa de um grupo de rappers e funqueiros
que atuam como traficantes de drogas e assaltos
na região de Canoas RS, onde rolou
o show.
Nosso baterista, Trouver, foi espancado e
esfaqueado no braço e na mão
o que resultou em ruptura de tendões,
uma lesão realmente grave, e de graça,
somente porque estava assistindo a um show
de metal na “zona” dos filhos
da puta, sua ex- namorada também foi
espancada, a polícia local mesmo após
acionada não teve coragem de vir intervir
na hora do ocorrido e tampouco os organizadores
e proprietário do estabelecimento comercial
o qual inclusive até fechou as portas
do bar deixando nosso baterista do lado de
fora em conseqüência disto ele
foi esfaqueado e por sorte eu consegui fugir
a tempo junto com outras pessoas.
Fica aqui minha total indignação
com esse estilo de música ruim, e que
passa esse tipo de mensagem de violência
irrestrita e sem motivo a não ser causar
o terror urbano a quem não o merece,
e também a minha revolta contra a covardia
de todos que agem em grupos por terem medo
de agirem sozinhos, afinal, nenhum dos agressores
teria coragem naquele dia de agir sozinho,
e com certeza só fizeram o que fizeram
por estarem acompanhados. Quatro homens chutarem
uma garota de 18 anos no chão realmente
não tem cabimento algum e nunca vi
disso em toda minha vida, fato lastimável
e que merece com certeza uma punição
severa. Mas como aqui é Brasil e a
polícia é incompetente e corrupta,
porque com certeza os policiais encarregados
de guardar aquela região são
pagos pelos mesmo traficantes, algo comum
e corriqueiro em todo nosso território
nacional. Felizmente ambos o Trouver e garota
estão bem, sem problemas maiores, nosso
batera já esta tocando, e já
fizemos alguns shows após este acontecimento
histórico sem precedentes. Também
aproveito pra denunciar que há tráfico
de drogas dentro do bar Fornalha do Inferno
com autorização dos dirigentes
do bar.
|
TGZ: O
Metal nacional vem obtendo destaque na cena
mundial há muito tempo, mas eu ainda
acho poucas as bandas que tem um grande suporte
pra ter seus álbuns lançados
lá fora, bem como ter agendado shows
em outros continentes e tal, no seu ponto
de vista o que falta pra isso se tornar uma
realidade para nossas excelentes bandas? |
Ricardo: Acho que o metal nacional vem
crescendo, mas ainda existe uma imensa carência
de profissionalismo das bandas na hora de
divulgar seu material, e impor seu trabalho,
ter apoio fora do país na verdade é
muitas vezes mais fácil do que dentro,
minha banda é a prova viva disso, em
seis meses de divulgação da
nossa primeira demo surgiram duas gravadoras
européias que se interessaram em lançar
nosso material fora do pais.
Vejo muitas bandas que maquiam o som demais
e ao vivo são umas bostas, e vejo também
bandas que caiem no conto do vigário
gravando em estúdios mais baratos e
investindo em produções de menor
qualidade, sendo que muitas vezes não
é necessário investir grandes
quantias de dinheiro numa gravação
quando a mesma é bem planejada. Ou
seja, a culpa de não termos mais bandas
do que já temos, que eu considero um
número aceitável, é das
próprias bandas que não se puxam,
porque as oportunidades não vem de
graça, e sim a quem as merece.
|
TGZ: Nós
podemos observar a quantidade de lançamentos
que temos em nosso território todo
mês de bandas gringas, isso não
ocorre nem de longe lá fora, será
que o problema é o público daqui
mesmo que valoriza mais o que vem de fora? |
Ricardo: Com certeza isso é um
grande erro tradicional do Brasil. Brasileiro
não admite que brasileiro é
bom no que faz, vemos o caso da Elis Regina.
Também devemos levar em considerarão
que muitas bandas de metal são de fora
do país mesmo, e não há
o que fazer senão trazermos material
de fora para dentro. Mas chega a ser absurdo
termos shows de bandas de meia tigela, como
tivemos este ano no Brasil, e os locais dos
shows estarem atrolhados de pessoas, e ao
mesmo tempo, quando as bandas locais se apresentam
o número de pessoas presentes nos locais
é bem menor, mesmo a banda sendo de
total superioridade em termos de som, postura,
letra e técnica musical dos membros
das bandas. Uma desgraça e uma vergonha
para a cena nacional ter esse bando de otário
pagando pau pra banda de fora sem levar em
consideração as bandas nacionais
que são em sua maioria melhores do
que as bandas gringas. Não merece respeito
quem não respeita a cena local, e é
uma vergonha para mim essa situação.
|
TGZ: Obrigado
por nos ceder essa entrevista, espero que
o Anphisbenah tenha reconhecimento justo pelo
grandioso trabalho que faz, fica o espaço
abaixo reservado para suas considerações
finais: |
Ricardo: Agradeço muito pelo espaço
cedido, pela força e dedicação
que vocês tem dado em prol a divulgação
do metal nacional, sei como é difícil
veicular uma idéia ainda mais no nosso
pais ignorante, mas acho de fundamental importância
à atuação de vocês
assim como de todos que se dedicam a ajudar
a um grupo, invés de somente a si mesmos,
muito nobre a sua atitude, fica aqui meu eterno
agradecimento e espero poder contar com a
ajuda de vocês no futuro e me ponho
a total disposição caso precisem
de mim.
Marketing: www.anphisbenah.com.br
Estamos vendendo nosso CD “Infinite
mutable fundamental form” R$15,00, camisetas
R$15,00, e temos disponível nossa demo
“Initiates the Horrendous” em
cd por R$5,00.
Precisamos vender CDs e camisetas, quem comprar
vai estar apoiando diretamente a banda. Também
peço que organizadores de shows conheçam
nosso trabalho através de nosso site,
onde temos vídeos e músicas
completas disponíveis para audição
e visualização. Qualquer pessoa
que quiser apoiar a banda de alguma forma,
ou simplesmente conhecer o nosso trabalho
que entre em contato conosco que serão
respondidos, pode demorar um pouco, mas serão
respondidos com certeza. Um grande abraço
e obrigado a quem se prestou a ler esta entrevista
até o fim.
|
| |
|
| |
| |
|
|
|
|