» ENTREVISTA: ANPHISBENAH «
} Realizada por: Elimar Oliveira
} Respondida por: Ricardo
Anphisbenah

CONTATOS:

A/c Ricardo
Caixa Postal 9555
Porto Alegre/RS - 90.441-970
http://www.anphisbenah.com.br



A
Anphisbenah é mais uma fudida banda da safra sulista de Death Metal, após tempos de dedicação e ter lançado uma demo há alguns anos, enfim lança seu debut album de forma independente, o cd "Infinite mutable fundamental form", que chega numa qualidade surpreendente em todos os parâmetros de trabalho. O seu guitarrista Ricardo Cury apresenta melhor a banda para vocês :


TGZ: Como vem sendo a divulgação do cd independente “Infinite Mutable Fundamental Form” ?

Ricardo:
Tem sido fraca, mandamos poucas cópias, estamos realmente esperando um retorno inicial para lançarmos mais cópias para gravadoras e tentar conseguir algum apoio nesse sentido. Mas primeiros estamos esperando saírem as resenhas das primeiras 80 cópias que mandamos. Mas estamos vendendo o CD para quem quiser comprar.

TGZ: Vocês vêm fazendo muitos shows para divulgar esse lançamento? Pretendem fazer uma tour pelo país? Quais os planos futuros da banda?

Ricardo:
Fizemos alguns shows antes de termos o cd pronto em nossas mãos, mas já divulgando as músicas contidas nele, ou seja, perdemos de vender vários cds, mas fizemos ao total 5 shows entre outubro de 2003 e maio de 2004 que nos renderam vários convites para outros shows posteriores que não pudemos tocar devido a viagem do nosso vocalista César de Cesaro que também é tatuador e foi tatuar na Holanda durante o atual período, desde então até o presente momento desta entrevista, ele ainda se encontra lá tatuando os gringos. Sobre tour pelo país, claro, acho inclusive que toda banda gostaria, mas pretendemos, se for o caso, fazer isso no ano que vem (2005), onde teremos as músicas que estamos trabalhando atualmente já prontas, para juntar elas ao nosso repertório antigo que continha doze músicas, um show completo vai ser, caso alguém que esteja lendo isso esteja interessado nos procure, pois precisamos datas a partir de maio/junho, data a qual já estamos viabilizando alguns contatos para uma tour, e se conseguirmos fechar diversas datas consecutivas vai ser melhor, pois o gasto será menor para nós e para os organizadores, sem contar que poderemos nos ausentar planejadamente dos empregos, porque todo mundo rala no Anphisbenah. Já nossos planos para o futuro seguem a mesma linha do que já viemos fazendo há algum tempo, tocar, fazer músicas novas, gravar as composições, e fazer shows pra galera mostrando nosso trabalho.

TGZ: O álbum foi lançado de forma independente, mas o mesmo tem uma qualidade ótima, vocês não enviaram demo pros selos? Por que preferiram lançar independente mesmo?

Ricardo:
Na verdade o que estamos fazendo atualmente é nos apresentar de forma direta para os selos e gravadoras, antes desta gravação, só tínhamos um material com data defasada e o mesmo, impossibilitava mostrar nosso trabalho atual, o qual nós consideramos de superior qualidade, por isso decidimos lançar nosso CD independente, afinal, estamos mandando ele como cartão de visitas da banda para todas as gravadoras que nos agradam o trabalho, mas também não podíamos ficar na angustia de não mostrar o nosso som novo pros nossos amigos e para as pessoas em geral que se interessam, portanto decidimos fazer uma produção de número maior já prevendo mandar nosso material para revistas, amigos, e as demais pessoas que entram em contato constantemente pedindo nosso material.

TGZ: Quais são as principais influências do Anphisbenah? Você poderia citar cinco álbuns que você considera clássicos definitivos do Metal em todos os tempos:

Ricardo:
Sinceramente, é impossível para mim lembrar de alguma banda ao pensar na minha, procuramos nos manter longe de influência direta de qualquer banda, afinal estamos sempre buscando manter nossa identidade própria em nossa música, com certeza todos os membros do Anphisbenah, assim como eu, escutamos diversas bandas e músicas de diversos estilos diferentes, e sem dúvidas esse contato nos influência, assim como maioria das vivências que temos em nossas vidas no dia a dia, buscamos nossas influências para compormos dentro de nós mesmos.

TGZ: O Rio Grande do Sul revela grandes nomes do Death Metal, como Krisiun, Rebaelliun, Mental Horror, Nephast, e vocês também mantendo a tradição Death Metal. Mas diga como é a cena daí, tem muitos bangers apoiando, os shows tem grande público? E há bandas que podem despontar na cena num futuro próximo?

Ricardo:
Felizmente Porto Alegre é um local bom de se viver e propício ao metal extremo, mas como em qualquer cena local, tem bandas boas e bandas ruins, pessoas competentes e incompetentes, mercenários, oportunistas, e pessoas que dão o sangue pelo metal, felizmente eu tenho a sorte de ter bons amigos que me respeitam e eu respeito igualmente, e temos tido diversos apoios de variadas pessoas, o que nos faz acreditar estarmos em uma cena definitivamente em fase de pleno crescimento.

TGZ: O que vocês conhecem da cena de outros estados? Aqui no Nordeste por exemplo temos bandas que já são destaque na cena a algum tempo como Headhunter DC, Mystifier, Sanctifier, Malefactor, entre outras, vocês mantém contato com bandas daqui do Nordeste, quais?

Ricardo:
Velho, já ouvi falar de algumas destas bandas, realmente a cena daí tem atingido o Brasil inteiro de forma muito respeitosa, conheço muitas pessoas de bandas, infelizmente não me lembro ao certo quais bandas são de quais lugares, mas com certeza posso te afirmar que entre meus contatos existem muitos baianos de boas intenções na cena metal nacional.

TGZ: Antigamente existiam apenas Revistas e Fanzines para divulgação do Metal em geral, as Revistas centravam sua divulgação mais pras bandas “grandes” enquanto aos zines ficavam a missão de divulgar as bandas undeground’s. Hoje existem também os Web Zines que por estar sempre on line e seu próprio formato abrange um maior público em menos tempo, porém há quem diga que os Web Zines não são underground’s por não estar disponível a quem não tem acesso a internet, etc, etc, Qual a opinião do Anphispenah sobre esse assunto?

Ricardo:
Realmente a Internet abrange em torno de 10% no máximo da população brasileira, levando em consideração que o pessoal que curte metal é apenas uma fração dessa fração que já é mínima, vemos que apesar de ser um meio absolutamente superior em qualquer predicado aos meios rústicos antigos, ainda é de difícil acesso a grande maioria do metal, mas posso afirmar que na verdade em até certo ponto de vista, a Internet é mais underground que o próprio zine, e serve sua função de maneira mais rápida, atualizada e singular, afinal não é qualquer banger que tem acesso, até mesmo porque requer um investimento muito superior, também deve se levar em considerarão o fato de que não basta só ter Internet para se ter acesso a qualquer informação ou pessoa, você precisa saber o que está fazendo, e saber procurar, mas por outro lado, são muitos os lixos encontrados na Internet, onde qualquer criança pode se dizer banger do dia pra noite, assim como é muito mais fácil de se encontrar conteúdo em áudio e vídeo, principalmente de bandas clássicas antigas, então acredito eu, que pessoas mais velhas, os vovôs do metal se sintam traídos pela Internet porque eles lutaram muito pra conseguir aquele vinil, e hoje nos podemos baixar toda a discografia de uma banda, para curtir, do próprio site da banda e de graça sem precisar esperar e nem pagar nada a não ser o custo da conexão, ou seja, muito melhor agora. Muito melhor com a Internet, pesando os valores positivos e negativos, temos muitos mais pontos a favor da Internet com suas possibilidades do que as revistas impressas com suas limitações. Acredito que toda e qualquer informação é de patrimônio da humanidade e deve ser de acesso comum a todos sem custo, ou pelo valor mais acessível possível, e acredito que com o passar do tempo é exatamente isso que a Internet vai proporcionar se nós usuários impormos isso, negando empresas que pretendem dominar e vender a Internet de forma gananciosa e cruel, restringindo acesso a conteúdo, e informação.

TGZ: O site de vocês (www.anphisbenah.com.br) é bem estruturado, de fácil acesso e navegação, mas está disponível apenas no idioma inglês, por quê?

Ricardo:
Primeiramente, porque sou eu que faço o site, tanto a estrutura quanto os textos, sendo assim, me resta pouco tempo para trabalhar e me dedicar ao site de forma correta, mas sempre tivemos nosso site em inglês e nunca foi um problema, afinal, nossas letras são em inglês, e a maioria dos nossos fãs são do exterior, entendemos a necessidade de termos o nosso idioma natal no site, e talvez num futuro próximo o site tenha versão em português para os que não entendem inglês e gostariam de saber o que estamos falando. É sem dúvidas uma deficiência nossa, mas que no momento não nos atrapalha.

TGZ: Fale sobre do que se trata o Web Inferno 666 ?

Ricardo:
Web inferno é uma comunidade underground alternativa para pessoas que gostam de ler e escrever sobre o metal, tornando-se membro do site, que é um cadastro fácil, sem custos e indolor, o usuário tem acesso a todo conteúdo do nosso banco de dados, são milhares de informações de bandas , de shows, resenhas entrevistas, e pessoas que discutem assuntos interessantes em nosso fórum, todo mundo pode mandar resenhas, entrevistar uns aos outros, mandar noticias de shows, e inclusive dar notas para as matérias uns dos outros, comentar todoas as resenhas, noticias, shows, o site é absolutamente interativo, feito diretamente pelos usuários. Temos sistema de comunicação onde usuários podem se comunicar uns com os outros, todo usuário tem seu próprio blog, e pode atuar de forma que achar conveniente, adicionando endereços de bandas na Internet, de mp3 de bandas pra download, mandar tudo que é tipo de informação relacionada ao metal, e somos assim anos antes de sites que nem o orkut, ou ate webzines que somente agora estão se re-estruturando as novas tecnologias de bancos de dados e cadastro de usuários. Nossos usuários são cadastrados para manter a segurança de todos, mas todos usuários tem total liberdade para atuarem no site da forma que acharem conveniente, desde que respeitem os demais membros.Claro que cristãos serão banidos permanentemente.

TGZ: Atualmente no Brasil enfrentamos um grave problema que é a pirataria, e infelizmente esse mal já está atingindo também as bandas undeground’s o que eu acho um absurdo, primeiro quem compra cd pirata de uma banda underground pra mim é um falso banger e poser, e quem copia também, qual medida você acha que pode coibir esse crime e aproveite também o espaço pra deixar uma mensagem pra quem compra e copia esses materiais:

Ricardo:
Acho que infelizmente em muitos casos a pirataria tem se tornado a solução para muitos, afinal, acho em primeiro lugar importante que o pessoal ouça meu som, a pirataria nada mais é do que a ampliação da antiga “troca de fitas”, e acho que quem tem que tomar uma atitude são as gravadoras e a alfândega que realmente fazem ser necessária a pirataria em nosso país, acredito que se os cds e materiais culturais importados não tivessem impostos teríamos um valor mais accessível e isso tornaria a pirataria desnecessária, agora, uma pessoa que ganha um salário mínimo por mês, não tem condições de juntar grana pra comprar CDs importados com valores absurdos como os de hoje em dia, e acho mais importante ouvir o som do que ficar sem ouvir, e sabendo que as bandas na verdade ganham uma fração mínima do valor cobrado dos cds, acho que os caras que fizeram as músicas mesmo, não se importam tanto quanto as gravadoras.
Com certeza ao meu ver, a pirataria é ruim, por ser desonesta, mas necessária para trazer a tona uma realidade que sempre existiu, o imposto sobre conteúdo cultural, enquanto tivermos que pagar tarifas para o nosso próprio pais para termos acesso a cultura de fora, nunca seremos um pais evoluído, é fundamental que sejam revisadas as leis alfandegárias para garantir o acesso ao cidadão comum a culturas de fora do país, assim como também é de fundamental importância que as gravadoras percebam que o público quer comprar, mas não tem caminhões de dinheiro, então devem também adotar uma política de preço baixo.
Uma solução inteligente que tem sendo feita por muitos é relançar os cds internacionais em versões nacionais autorizadas aqui dentro do país, isso tem ajudado no quesito acesso, mas mesmo assim existe uma grande carência de álbuns de todas as bandas de fora que não temos aqui dentro e só são acessíveis através de valores muito altos em maioria das vezes.
Não devemos nos enganar olhando para o problema como o governo gosta de fazer, culpando quem compra CDs piratas, e sim culpar os verdadeiros culpados que são exatamente os Governantes que não abrem mão dos impostos, que no final das contas nem são investidos em qualquer projeto direcionado ao nosso tão querido underground nacional. Sendo assim, pagamos impostos e não somos nem beneficiados com isso, inviável ao meu ver continuarmos assim.

TGZ: Poderia comentar o fato em que tentaram matar o baterista do Anphisbenah em Canoas/RS ? Quando, quem e como foi essa história ?

Ricardo:
Não costumamos mencionar fatos da vida pessoal dos membros, mas vou explicar de forma resumida: ao sair de um show, fomos interceptados por pessoas da região onde acontecia o maldito show, e por azar nosso baterista foi o alvo principal de um ataque em massa de um grupo de rappers e funqueiros que atuam como traficantes de drogas e assaltos na região de Canoas RS, onde rolou o show.
Nosso baterista, Trouver, foi espancado e esfaqueado no braço e na mão o que resultou em ruptura de tendões, uma lesão realmente grave, e de graça, somente porque estava assistindo a um show de metal na “zona” dos filhos da puta, sua ex- namorada também foi espancada, a polícia local mesmo após acionada não teve coragem de vir intervir na hora do ocorrido e tampouco os organizadores e proprietário do estabelecimento comercial o qual inclusive até fechou as portas do bar deixando nosso baterista do lado de fora em conseqüência disto ele foi esfaqueado e por sorte eu consegui fugir a tempo junto com outras pessoas.
Fica aqui minha total indignação com esse estilo de música ruim, e que passa esse tipo de mensagem de violência irrestrita e sem motivo a não ser causar o terror urbano a quem não o merece, e também a minha revolta contra a covardia de todos que agem em grupos por terem medo de agirem sozinhos, afinal, nenhum dos agressores teria coragem naquele dia de agir sozinho, e com certeza só fizeram o que fizeram por estarem acompanhados. Quatro homens chutarem uma garota de 18 anos no chão realmente não tem cabimento algum e nunca vi disso em toda minha vida, fato lastimável e que merece com certeza uma punição severa. Mas como aqui é Brasil e a polícia é incompetente e corrupta, porque com certeza os policiais encarregados de guardar aquela região são pagos pelos mesmo traficantes, algo comum e corriqueiro em todo nosso território nacional. Felizmente ambos o Trouver e garota estão bem, sem problemas maiores, nosso batera já esta tocando, e já fizemos alguns shows após este acontecimento histórico sem precedentes. Também aproveito pra denunciar que há tráfico de drogas dentro do bar Fornalha do Inferno com autorização dos dirigentes do bar.

TGZ: O Metal nacional vem obtendo destaque na cena mundial há muito tempo, mas eu ainda acho poucas as bandas que tem um grande suporte pra ter seus álbuns lançados lá fora, bem como ter agendado shows em outros continentes e tal, no seu ponto de vista o que falta pra isso se tornar uma realidade para nossas excelentes bandas?

Ricardo:
Acho que o metal nacional vem crescendo, mas ainda existe uma imensa carência de profissionalismo das bandas na hora de divulgar seu material, e impor seu trabalho, ter apoio fora do país na verdade é muitas vezes mais fácil do que dentro, minha banda é a prova viva disso, em seis meses de divulgação da nossa primeira demo surgiram duas gravadoras européias que se interessaram em lançar nosso material fora do pais.
Vejo muitas bandas que maquiam o som demais e ao vivo são umas bostas, e vejo também bandas que caiem no conto do vigário gravando em estúdios mais baratos e investindo em produções de menor qualidade, sendo que muitas vezes não é necessário investir grandes quantias de dinheiro numa gravação quando a mesma é bem planejada. Ou seja, a culpa de não termos mais bandas do que já temos, que eu considero um número aceitável, é das próprias bandas que não se puxam, porque as oportunidades não vem de graça, e sim a quem as merece.

TGZ: Nós podemos observar a quantidade de lançamentos que temos em nosso território todo mês de bandas gringas, isso não ocorre nem de longe lá fora, será que o problema é o público daqui mesmo que valoriza mais o que vem de fora?

Ricardo:
Com certeza isso é um grande erro tradicional do Brasil. Brasileiro não admite que brasileiro é bom no que faz, vemos o caso da Elis Regina. Também devemos levar em considerarão que muitas bandas de metal são de fora do país mesmo, e não há o que fazer senão trazermos material de fora para dentro. Mas chega a ser absurdo termos shows de bandas de meia tigela, como tivemos este ano no Brasil, e os locais dos shows estarem atrolhados de pessoas, e ao mesmo tempo, quando as bandas locais se apresentam o número de pessoas presentes nos locais é bem menor, mesmo a banda sendo de total superioridade em termos de som, postura, letra e técnica musical dos membros das bandas. Uma desgraça e uma vergonha para a cena nacional ter esse bando de otário pagando pau pra banda de fora sem levar em consideração as bandas nacionais que são em sua maioria melhores do que as bandas gringas. Não merece respeito quem não respeita a cena local, e é uma vergonha para mim essa situação.

TGZ: Obrigado por nos ceder essa entrevista, espero que o Anphisbenah tenha reconhecimento justo pelo grandioso trabalho que faz, fica o espaço abaixo reservado para suas considerações finais:

Ricardo:
Agradeço muito pelo espaço cedido, pela força e dedicação que vocês tem dado em prol a divulgação do metal nacional, sei como é difícil veicular uma idéia ainda mais no nosso pais ignorante, mas acho de fundamental importância à atuação de vocês assim como de todos que se dedicam a ajudar a um grupo, invés de somente a si mesmos, muito nobre a sua atitude, fica aqui meu eterno agradecimento e espero poder contar com a ajuda de vocês no futuro e me ponho a total disposição caso precisem de mim.
Marketing: www.anphisbenah.com.br
Estamos vendendo nosso CD “Infinite mutable fundamental form” R$15,00, camisetas R$15,00, e temos disponível nossa demo “Initiates the Horrendous” em cd por R$5,00.
Precisamos vender CDs e camisetas, quem comprar vai estar apoiando diretamente a banda. Também peço que organizadores de shows conheçam nosso trabalho através de nosso site, onde temos vídeos e músicas completas disponíveis para audição e visualização. Qualquer pessoa que quiser apoiar a banda de alguma forma, ou simplesmente conhecer o nosso trabalho que entre em contato conosco que serão respondidos, pode demorar um pouco, mas serão respondidos com certeza. Um grande abraço e obrigado a quem se prestou a ler esta entrevista até o fim.
 
 
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