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ENTREVISTA: MÁQUINA
DO METAL ZINE « |
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Realizada por: Cezar
Augusto e Elimar Oliveira
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Respondida por: Valterlir
Máquina
do Metal Zine
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TGZ:
Hail Grande Irmão Valterlir, é
com enorme prazer que fazemos essas perguntas
pra você, que é um grande apoiador
da cena Metal Underground! Nos conte como
surgiu a idéia de montar o zine Máquina
do Metal e sobre este fudido nome? |
Valterlir:
De logo quero agradecer a vocês (Cezar
e Elimar) pelas palavras iniciais, e podem
ficar certos de que a honra é toda
minha em poder participar do grandioso trabalho
que é o ThunderGod. Minha parcela de
contribuição para o Metal Underground
é muito pequena, mas me orgulho de
poder, de alguma forma, apoiar a nossa cena,
bem como contribuir para o seu fortalecimento.
A idéia de montar o Zine surgiu no
ano passado (2004), e foi meio que por acaso,
pois nunca me imaginei como editor de um Zine.
Antes, no ano de 2002, na ocasião do
show com Destruction/Kreator em Recife, o
Ítalo Leite, um dos editores do Metal
Force Zine, me deu a idéia de montar
um Zine, mas eu não levei muito a sério
essa idéia, pois eu ainda não
tinha segurança para fazer um Zine,
nem muita experiência... O nome é
uma espécie de homenagem a banda Attro
e ao seu idealizador Marivan Ugoski, um grande
guerreiro, que luta bastante em nome do Metal
Underground. A música “Máquina
do Metal” está presente no segundo
álbum da banda ("Making Up For
The Wasted Time"), e sua letra me inspirou
no nome do meu Zine.
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TGZ:
Comente as dificuldades encontradas na
edição geral. |
Valterlir: Pra falar a verdade as dificuldades
não foram tantas. O meu maior desafio
foi apenas na parte da diagramação,
a qual fiz toda no programa “Word”,
o que não foi fácil, porém
eu não tinha a disposição
outros tipos de programas, como o “Corel”
ou o “Pagemaker”, nem tampouco
sei lidar com os mesmos, então trabalhar
com o “Word” foi à solução.
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TGZ:
De quem foi a ótima idéia
de fazer a capa do Máquina do Metal
com uma montagem da bandeira de Pernambuco
com uma cruz de ponta-de-cabeça? Você
recebeu alguma crítica por essa idéia
(de inverter o símbolo)? |
Valterlir: A idéia da capa surgiu
em conjunto. Eu, de alguma forma, queria mostrar
que em todos os lugares do nosso imenso Brasil
há espaço para o Heavy Metal,
e Pernambuco não fica para trás.
Então dei a idéia das bandeiras
“Metalizadas”, dessa forma eu,
Antônio “Kinho” Marques,
e Cléber “Binho” Nascimento,
começamos a trabalhar em cima dessa
idéia e fomos adicionando mais idéias
até chegarmos a arte final. Até
o presente momento eu não recebi nenhuma
crítica por ter invertido o símbolo
da bandeira Pernambucana, e de forma alguma
quis desrespeitar a bandeira do meu Estado.
É apenas uma forma de mostrar que o
Heavy Metal também é forte por
esses lados.
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TGZ:
Você já colabora pra vários
outros, entre eles zines, web zines, até
pra nós (ThunderGod Zine) você
dá uma puta força! Como faz
pra organizar tudo sem deixar nada pendente?
E agora com seu zine Máquina do Metal
você vai poder continuar colaborando
com todos os outros? |
Valterlir: Sim, eu colaboro para os Zines
Hell Underground e RebateRNR, ambos editados
pelo grande irmão Luiz Teixeira, e
agora estou dando uma força para o
Hioderman “Zartan” na segunda
edição do seu Guerreiros Zineiros,
que é um Zine voltado apenas para entrevistar/resenhar
Zines. Colaboro também para o Metal
Attack Web Zine, além do ThunderGod
Web Zine. Nem sempre dá para organizar
tudo, e às vezes fica alguma pendência,
uma vez que além dos Zines tem vida
particular, trabalho, filhas, etc., e às
vezes fica difícil conciliar tudo.
Com o meu Zine o trabalho aumentou, mas na
medida do possível e com muito amor
ao Heavy Metal eu continuarei colaborando
com todos, pois antes de tudo, os envolvidos
com os trabalhos mencionados são reais
Headbangers e grandes irmãos, os quais
merecem todo tipo de apoio possível.
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TGZ:
Inclusive, o Máquina do Metal tem uma
qualidade muito, mas muito ducaralho; o pessoal
tem apoiado o trabalho? Acompanha, inclusive,
uma demo da banda mineira Symbollic (e o leitor
pode escolher em adquirir com ou sem a demo
com custos diferentes claro), de quem foi
a idéia de lançá-lo assim? |
Valterlir: Mais uma vez eu lhes agradeço
pelas elogiosas palavras. Vocês sabem
que a procura pelos Zines impressos nunca
foi grande, e diminuiu bastante com o advento
dos Web Zines, porém eu sou profundamente
grato àqueles que entraram em contato
comigo para adquirir o Máquina do Metal
Zine. As palavras destes, com certeza, fez
com que eu continuasse minha saga em editar
o Zine, pois recebi uma grande força
de todos, os quais disseram gostar muito do
meu trabalho. Inicialmente seria divulgado
apenas o Zine, mas antes do lançamento
tive o prazer de entrar em contato com o Daniel
Nery (baixista/vocalista do Symbollic), onde
ele se dispôs a me enviar algumas capinhas
da Demo “Seasons of Fear”, para
assim eu fazer a divulgação
da banda juntamente com o Zine. Acho que foi
uma ótima idéia, pois o Symbollic
é uma ótima banda, e quem conhece
o seu som sabe do que eu estou falando.
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TGZ:
E a cena de Macaparana como é?
Rola muitos shows, tem muitos bangers? |
Valterlir: Aqui não existe uma
cena, infelizmente. Macaparana é um
lugar infestado de “patys” e “boys”,
onde o “barato” pra eles é
a “música do momento”,
empurrada goela abaixo pela grande mídia
alienadora. Nunca rolou um show por aqui,
mas há a idéia de que isso possa
ocorrer. Estamos vendo a possibilidade e vamos
enviar um projeto para a Prefeitura do município
pra ver se conseguimos realizar esse sonho.
Headbangers de verdade, que eu saiba, só
eu! (risos). Mas tem uma garotada aqui que
se mostra interessada pelo Heavy Metal, porém
falta um pouco mais de recursos ($$$) pra
galera, mas se continuarem com a mesma vontade
de apoiar o Underground em breve Macaparana
poderá ser considerada uma “Metal
City”! Vamos ver o que acontece.
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TGZ:
Conhecemos poucas pessoas de Pernambuco, mas
sabe-se que a cena é muito forte pela
região; existe união? Os bangers
curtem o som sem problemas ou há as
terríveis intrigas e panelinhas? |
Valterlir:
Há vários adeptos do Metal em
Pernambuco, mas acho que falta um pouco mais
de conscientização por parte
daqueles que se dizem Bangers; falta à
galera apoiar mais a cena como um todo. Noto
que há uma divisão entre aqueles
que curtem Heavy Metal Tradicional/Melódico
e aqueles que curtem Metal Extremo, algo que
só faz enfraquecer a cena. Não
acho que haja desunião, mas sim falta
de apoio. Também não vejo formação
das terríveis “panelinhas”,
porém intrigas existem, disso não
tenho dúvidas. Alguns vermes de uns
tempos para cá, ao invés de
dar força para o crescimento da cena,
ocupam seu tempo para fazer intrigas, fofocas,
falar pelas costas, como porcos covardes.
Vermes estes que se acham “lendas do
metal pernambucano”, mas nada de produtivo
fizerem até hoje para a cena. Porém
o tempo se encarregará de colocar essa
escória no devido lugar, ou seja, em
meio a boates, shows de axé e pagode,
onde é o devido lugar dos vermes. Mas
mesmo assim nada poderá ofuscar o brilho
do Metal Pernambucano, pois aqueles que fazem
sem se preocupar em falar terão sempre
o apoio dos verdadeiros Headbangers.
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TGZ:
Sabemos que você curte também
som mais antigo; então, como está
recebendo as noticias da volta de bandas brasileiras
que fizeram história no passado como
Anthares, Stress, Atômica, Centúrias...? |
Valterlir: Faltou acrescentar a lista
o grande Executer! É muito bom poder
ver/ouvir essas bandas voltando novamente
à ativa. É até relevante
para aqueles que só conheciam as bandas
apenas de nome e agora estão tendo
a oportunidade de poder ver os shows de retorno.
Nesse exato momento eu estou ao som da “SP
Metal I”, e é maravilhoso poder
ouvir o Avenger e o Vírus, duas ótimas
bandas, que também poderiam volta a
ativa, principalmente o Vírus, que
era uma das bandas mais “pesadas”
dessa coletânea. Uma volta da Dorsal
Atlântica também seria excelente,
não acha Cezar “Dorsal”?
(risos) (N.E. Cezar: -Claro !!! r...s..)
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TGZ:
Fale um pouco mais sobre o seu gosto
dentro do vasto Heavy Metal e suas vertentes. |
Valterlir: Eu curto todos os estilos
dentro do Heavy Metal, excetuando-se pregações
“White” e modinha “New”.
Não tenho nenhum tipo de preconceito,
mas curto desde que eu sinta nesses estilos
o verdadeiro “feeling” Metálico.
Apesar de eu curtir vários estilos
eu adoro Thrash Metal, principalmente o “Old
School”, mas no meu som sempre rola
muito Heavy Metal, do Tradicional ao Black.
Há espaço para todos!
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TGZ:
Qual o seu conhecimento em relação
ao Metal baiano, comente sobre seus contatos
e a sua visão no geral? |
Valterlir: Headhunter D.C. e Mystifier!
Esses são dois nomes que vem de imediato
a minha mente. Eu conheço outras ótimas
bandas provenientes do teu Estado, como a
Malefactor, Ungodly, Geminicarios, Insaintification,
entre várias outras, isso sem esquecer
a Deformity BR e a Martyrdom, essa última
está nos devendo o lançamento
de uma Demo (estou certo Elimar? Hehehe) (N.E.
Elimar: -Sim! Estamos agilizando, hehe).
Os contatos são vários, principalmente
aí em Feira de Santana, e quero muito
um dia poder conhecer todos vocês pessoalmente.
Sobre a minha visão, eu sempre sei
o que vem acontecendo na cena Baiana graças
aos já citados contatos. Infelizmente
eu já tive conhecimento de alguns lances
que ocorrem na Bahia, tipo briga entre “apreciadores”
de determinados estilos, mas isso ocorre mais
na capital (Salvador), porém a cena
daí é bem mais forte que essas
“picuinhas”.
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TGZ:
Mesmo preferindo os zines impressos,
tu não menospreza o trabalho dos webzines,
até mesmo colabora. Qual a tua opinião
sobre aqueles que repudiam essa forma de divulgação
virtual? Positivo? Negativo? Compare e exponha
sua linha de pensamento. |
Valterlir: Quem será que realmente
repudia os Web Zines? Muitos dizem que os
Web Zines não são um meio de
comunicação Underground. Até
certo ponto isso é verdade, pois qualquer
pessoa pode acessar um Web Zine, esteja ela
envolvida ou não com o Underground.
Por outro lado há aqueles que trabalham
de forma séria e honesta, com o único
intuito de fortalecer a cena. Desde que o
cara repudie o Web Zines, com o intuito de
não divulgar seu material nessa mídia,
não vejo nada de negativo ou positivo
nisso. Negativo será se esse mesmo
cara não apóia e não
gosta, e pelas costas fica difamando o trabalho
dos envolvidos com os Web Zines. Sempre serei
um amante do formato impresso, mas para isso
não é preciso que eu abomine
a versão “on line”.
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TGZ:
Você observa alguma consideração
dada pelas gravadoras nacionais a fanzines?
Por quê? |
Valterlir: Muito pouca. O motivo? Vocês
seriam capazes de enumerar os Zines que possuem
em suas páginas anúncios de
gravadoras? Seria fácil, pois pouquíssimas
fazem isso. Eu já peguei revistas nada
especializadas em Heavy Metal repleta de vários
anúncios de grandes gravadoras de Metal,
mas se elas acham isso vantajoso...
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TGZ:
Valterlir, ultimamente alguns fanzines
nordestinos vem pregando certos manifestos
para tomar cuidado com algumas bandas sulistas
de ideais separatistas e racistas, as quais
se travestem e nos usam para ingenuamente
divulgá-los. Um tema muito polêmico,
hein? Como desmacará-las? |

Valterlir: O tempo está a nosso
favor, e ele não tardará em
desmascarar esses imbecis acéfalos,
que apóiam ideais tão tolos
como eles. É muito fácil ser
racista, separatista, neonazista, ou seja,
qual merda for, quando se tem “mamãe
e papai” para dar leite e biscoito para
seus “filhinhos rebeldes sem causa”
comerem, presenteá-los com autoramas
e bonequinhos importados. Quero ver quando
esses “fodões” forem apresentados
ao mundo lá fora, descobrirem como
a vida realmente é. Seres patéticos
pregando ideais idiotas num país multirracial
como o Brasil. Será que eles têm
coragem de “subir o morro” e dissertar
sobre os seus ideais lá? Será
que eles têm coragem de tocar em qualquer
cidade do Nordeste e dizer que nós
somos subdesenvolvidos ou inferiores? Se tiverem
coragem podem vir... Estamos esperando de
braços abertos, ou melhor, de punhos
cerrados! Mas isso é uma minoria hipócrita
que existe, e estão infiltradas na
cena para difamar o nome do nosso amado Metal.
Verdadeiras bandas de Metal do Sul, como Krisiun,
Mental Horror, Losna, Nephasth, Dominus Praelii,
PowerSteel, Distraught, Attro, entre tantas
outras honram a sua região e adoram
nossa região, afinal o Brasil é
um só!
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| TGZ:
Qual a sua opinião sobre pirataria
de Cd’s de bandas da cena Metal nacional? |
Valterlir: Sou totalmente contra! A nossa
cena já carece de apoio e piratear
CDs de nossas bandas é quase que forçá-las
a encerrar suas atividades. A situação
econômica de nosso País não
é das melhores, e o bom senso das gravadoras,
com a diminuição dos preços
dos CDs, ajudaria a diminuir a pirataria.
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TGZ:
Entrando num assunto bem particular,
tu segue alguma religião ou conhecimento
ideológico/espiritual; qual seu pensar
sobre a vida e a morte dentro de sua crença
frente a tudo isso? |
Valterlir: Sou ateu! Não acredito
em Deus ou Satã. Acho que se houvesse
um “ser infinitamente bondoso”
regendo esse mundo, não estaríamos
vendo tanta morte, fome, corrupção,
guerras... Não sigo religião
ou crenças. Penso que a nossa vida
é aqui e temos que aproveitá-la
o máximo possível, da melhor
forma possível, sem ter que passar
“por cima” dos outros. A morte
é o fim de tudo, e só ela (a
morte) é a certeza que temos na nossa
vida.
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TGZ:
Tu colocou na 1ª edição
um tema interessante, que servirá de
pergunta pra você também: O que
é ser Headbanger e o quê o Heavy
Metal significa para você? |
Valterlir: Ser Headbanger é apoiar
a nossa cena, lutar em prol do engrandecimento
do cenário Underground. É aquele
cara que vai a shows, compra material das
bandas, Zines, divulga as bandas. Ser Headbanger
pra mim é isso, e não apenas
ficar “pagando pau” pra banda
“gringa”. Heavy Metal significa
tudo pra mim! Não imagino minha vida
sem o Heavy Metal, pois se fosse assim ela
não teria nenhum valor. O Heavy Metal
me dá forças para lutar pelos
meus ideais. Para lutar por dias melhores.
Ele me dá forças para querer
viver mais e melhor, pois sei que todos os
dias, ao acordar, terei forças no Heavy
Metal para viver e lutar!
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TGZ:
Até agora, rolou algum fato decepcionante
com bandas no sentido de não darem
atenção a sua proposta de divulgação
ou algum fato semelhante? Exponha-o(s). |
Valterlir: Nenhum fato decepcionante
até o momento, até mesmo porque
eu não proponho apoio a nenhuma banda
que eu ainda não tenho contato. Não
me apresento para determinada banda como editor
de um Zine. Agora se uma banda tem conhecimento
do meu trabalho, e quer enviar material para
fazer parte do Zine, ela pode ter certeza
que o apoio será eterno.
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TGZ:
Ok! Além do impresso, tu tem
algum outro planejamento com o Máquina
do Metal, tipo lançar versão
web, produzir compilações, organizar
shows homônimos ao zine, enfim? |
Valterlir: Não planejo transformar
o Máquina do Metal em Web Zine. Já
tive propostas para fazer isso, mas quando
eu não puder mais prosseguir com a
versão impressa eu extinguirei o Zine.
Compilações é possível,
mas não para agora. E assim que possível
quero organizar um evento com o nome do Zine.
Por enquanto isso não é possível,
pois precisarei de apoio/patrocínio,
uma vez que não tenho condições
no momento de bancar todas as despesas sozinho.
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TGZ:
Adiante algumas matérias do conteúdo
da 2ª edição, falando se
há previsão de lançamento
e se virá impresso ou xerocado? |
Valterlir: Para a segunda edição
teremos entrevistas com Mad Dragzter, Arkanus
Ad Noctum, ChaoSphere, ThunderGod (alguém
aí conhece? Risos) (N.E. Cezar
e Elimar: -Desconhecemos, risos),
e outras que ainda não foram confirmadas/respondidas,
além das já tradicionais resenhas
de shows, Demos, álbuns, Zines, texto
polêmico, história do Sarcófago,
entre outros tópicos. A versão
dessa nova edição será
igual a anterior, ou seja, impressa a laser.
Data prevista para lançamento: 07 de
maio de 2005.
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TGZ:
Que as engrenagens do Máquina
do Metal continue rodando com força
e vapor total, pode contar com as bençãos
do ThunderGod (Deus do Trovão)!!! Valeu
pela força de sempre e pela amizade,
até mais guerreiro...!!! |
Valterlir: Eu que agradeço a vocês,
“Dorsal” e “Mazinho”,
pelo imenso apoio e amizade Underground. Que
o “Deus do Trovão” nunca
deixe de abençoar as “engrenagens”
do “Máquina do Metal”.
Muita força a vocês para continuar
com o ThunderGod, mas, por favor, lancem a
segunda edição impressa do Zine!
(risos).
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