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EXODUS “Another
Lesson in Violence” (Dying
Music/2008) |
Os
mestres do Thrash Metal 'Bay Area' atacaram
com esse puta disco ao vivo em 1997 destilando
clássicos de sua fudida carreira e
trazendo em seu line-up Paul Baloff (vocais),
Gary Holt e Rick Hunolt (guitarras), Jack
Gibson (baixo) e Tom Hunting (bateria). O
show foi em San Francisco (Califórnia)
e só pelo set-list tem-se uma noção
do quão foda foi o show: “Bonded
by Blood”, “Exodus”, “Pleasures
of the Flesh”, “And Then There
Were None”, “Piranha”, “Seeds
of Hate”, “Deliver Us to Evil”,
“Brain Dead”, “No Love”,
“A Lesson In Violence”, “Impaler”,
“Strike of the Beast”. O álbum
por ser do Exodus com uma seleção
de clássicos já seria indispensável
na coleção de todos os HellBangers
mas infelizmente após cinco anos de
lançado o lendário Paul Baloff
nos deixou fazendo deste o último registro
oficial do mesmo com o Exodus, precisa falar
mais? Acho que o que se deve ser feito é
ouvir no volume máximo e quebrar nossos
pescoços!!! (EO) |
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ETERNAL DARKNESS DCLXVI “The
Great Battle of the Apocalypse” (Master
Rec/Burn the Cross -2008) |
Forjada
com as chamas Infernais no ano bastardo de
1993 com o nome de Master Satan, vindo em
2000 o triunfante nome de Eternal Drkness
DCLXVI, no ano seguinte lança dt “Perverse
Black Goat” em seguida vem o álbum
“Magnificent Spiritual Philosophy of
Darkness” dado um bom tempo agora em
2008 surge trazendo mais uma oferenda em nome
de Satã o álbum “The Great
Battle of the Apocalypse” que vem com
oito hinos que são “My Father
Satan”, “Sons of the Belphegor”,
“Fatal Flames”, “Demogorgon”,
“The Demoniacal Arch of Apollyon”,
“The Great Battle of the Apocalypse”,
“The Supreme Wisdom of the Satan”
e “Worshiper of the Temple of Baphomet”
além de um videoclipe do hino “Fatal
Flames”. Este álbum nos apresenta
uma nova horda até mesmo porque agora
é um quarteto diferente da época
do primeiro que era um Power trio. Os hinos
que mais me chamaram a atenção
foram “Sons of the Belphegor”,
“Fatal Flames” e “Woshipper
of the Temple of Baphomet”, não
que os outros não sejam fudidos, mas
estas me passaram mais “energia”
e ao ouvi-las senti claramente o total sentimento
de “ódio” contra a corja
judaica cristã e supremacia e adoração
ao reino de “Satã”, com
os vocais de Master Nocturnal rasgados e blasfemos
em todo o tempo! As guitarras de Lord Maligni
Prophanous estão bem trabalhadas e
cortantes, mas não gostei dos efeitos,
não ficou legal principalmente na faixa
“The Demoniacal Artc of Apollyon”.
O baterista Lord Metallicus Mallignus esbanja
técnica e velocidade com contratempos
variados, dando qualidade e peso ao álbum.
Não posso deixar de falar da sombria
idéia de lançar um vídeo
no material que mostra toda esta postura e
qualidade no palco, pois se trata de um show
ao vivo, espero que a horda mantenha este
nível de qualidade, pois se melhorar
demais estraga! Saudações a
Eternal Darkness DCLXVI e aos seguidores da
mão esquerda!! (Por
Glaydson)
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| ESSENCE
OF EXISTENCE “Terra
Mentis” (Mondongo
Canibale Recs/2008) |
Buscando
a "essência da existência"
(nome da banda), este já é o
3º trabalho dos eslovacos: Astral (guitars,
vocals, programming), Technology (guitars,
vocals, programming), Fear (keyboards, vocals)
e n-gh' (bass, vocals).
A temática do álbum é
dividida em capítulos assim: (Proem:
Creations)
1. Born 1010011010 - (One: Of History) 2.
Spiritless, 3. Mindechoes, 4. Desire Fragments
- (Two: Reveal The Future) 5. Implanted Reveries,
6. Cryotomb, 7. Bewildered Reason - (Three:
Where The Daemons Hide) 8. Ageless Forrest
Silence,
9. Thunders Of Dissolution, 10. Unveiled Astral
Paths - (Epilogue: Their Legacy)
11. Components Of God. Logo, percebe-se que
a temática é conceitual nas
11 músicas compostas.
A banda apresenta uma musicalidade tanto extrema
nas passagens ríspidas, quanto sinfônica
nas passagens harmônicas, dando cadência
a vários arranjos inspirados e outros
sintetizados com efeitos programados que criam
a "essência da existência"
própria da banda. O instrumental é
bastante trabalhado com uma ênfase enorme
aos os solos das guitarras que pontuam as
passagens equilibradas e aos teclados, além
do dueto dos vocais masculinos rasgados (com
algumas interferências de vocais guturais)
e dos vocais femininos (sem soar líricos
demais, ok), enfim uma interessante banda
calcada na contemporaneidade do chamado Symphonic
Black Metal. Ah, apenas a última faixa
(do epílogo = resumo, conclusão
da obra) é um instrumental com uma
atmosfera misteriosa em belas harmonias de
uma obscuridade profunda. (CA)
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| EPIDEMIC
SCORN "System
of Sickness"
(Independente/2007) |
Grupo
alemão nascido em 2004, que chega ao
seu segundo álbum oficial – System
of Sickness - trabalhando Death Metal com
partes cortantes de Thrash, fundindo-se para
uma agressão sonora explícita,
e tal como fala o título da primeira
faixa “Envy To Hate, Hate To War”,
eles foram enviados para tocar com ódio
e guerrear contra o sistema hipócrita
social, mandando os recados agressivos através
de suas armas (instrumentos) sincronizadas
“guitars” de bases cavalgadas
e sujas, riffs insanos enquadrados a apitadas
típicas do Death, “bass”
compartilhado para a artilharia metralhada
da bateria/“drums”, sendo o “front”
de batalha comandado por vocais guturais e
vomitados.
A capa apresenta uma pútrida arte em
decorrência de suas críticas
ao "sistema de doença" e
o Cd, além da primeira faixa já
citada, é complementado pelas demais
composições epidêmicas:
"Fake Religion", "The Abyss",
"Stab Or Be Stabbed", "Till
The Last One Is Killed", "Flesh
B(u)y Flesh", "Fall Of The Soul",
"The Madness Of The Believer", "System
Of Sickness" e "Emperor's Misery".
Peso e brutalidade em forma de Death/Thrash
Metal. (CA) |
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ETERNAL DEVASTATION
“Slaughterhouse”
(Kill Again Rec/2006) |
O
Eternal Devastation vem de Goiânia e
sua formação data de 2002, atacando
com atributos de um Thrash/Death dos dilaceradores
e agressivos, calcados na veia old school
do estilo e que teve recentemente o seu primeiro
Cd lançado, “Slaughter House”.
Ao apertar o “play”, os thrashers
logo sentirão a expressividade alcoólica
de 8 composições poderosas com
vocais “rasgadões” comandando
a quadrilha da eterna devastação,
aliando-se aos destacáveis riffs metralhados,
bases cortantes e solos “correria”
das guitarras, além das agressivas
linhas do baixo e furiosas desenvolturas da
bateria; mostrando uma pancadaria sonora das
mais insanas em faixas que mais parecem socos
nos rins e estômago, hehe, são
elas: “Dry Law”, “Into Christian’s
Mind”, “Bar Maniac”, “Hunting
Priest”, “Sober’s Sacrifice”,
“Kill the Nonalcoholic Cells”,
“Buried in Blasphemies” e “M.A.D
(Mutual Assured Destruction)”. E quais
são os integrantes da quadrilha? –Então,
são eles: Ricardo Tino (Vocals and
Guitar), Maurélio (Bass), Fábio
(Guitar) e Sérgio (Drums). A capa do
álbum fez lembrar o mascote ‘Mad
Butcher’ do Destruction, estando com
uma produção gráfica
simplesmente na linha, contendo até
mesmo aquela montagem de fotos em preto e
branco, tal como antigamente as bandas faziam
nos vinis, enfim fudido! (CA)
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EXTROVERT
“Having
Woken Ocean” (Blacksmith Prods/2006) |
Tendo
iniciado suas atividades em 1993 sob o nome
de Big Trouble, estes russos têm um
currículo de demos e de três
álbuns oficiais já lançados,
sendo este álbum o 4º de sua carreira,
denominado “Having Woken Ocean”,
detalhe que eu só soube o significado
do título porque tem em sua Biografia,
visto que na capa o título está
em russo, assim como os nomes de suas músicas,
e sendo assim no teclado brasileiro, não
há como digitar os caracteres das letras
russas, ok...A Extrovert toca Heavy Metal
Progressivo e trabalha bastante as construções
musicais versáteis em faixas cheias
de contra-tempos, decaindo também em
andamentos recheados de melodias e harmonias
em uma união que derrama o feeling
da banda em partes mais suaves que logo retornam
aos arranjos mais técnicos desenvolvidos
para as passagens mais pesadas...Alexander
Aidarov (vocals), Max Popov (Bass guitar,
backing vocals), Valery Shukevich (Guitars)
e Yuri Tomisch (Drums) lapidam suas composições
através de um instrumental versátil
e harmônico com entrosamento aos vocais
limpos que se encaixam completamente ao estilo,
todavia às vezes estranhamos pelo fato
das músicas serem cantadas no idioma
russo; tudo em 1 hora, 12 minutos e 17 segundos
de tempo total das nove músicas presentes
no álbum. Aos fãs de King Crimson
e Dream Theather, fica a recomendação
para a audição da banda Extrovert.
(CA)
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EMBERLAND
“Emberland”
(Blacksmith Prods/2006) |
Tríade
russa integrada por Dmitry Bratishkin (Guitars
and Bass), Bethdael (Alexey Kozlov (Vocals)
& Evgeniy Golubev (Drums), que trabalha
seu som na linha do Death Metal tradicional
com brutal criatividade no cadenciamento megapesado
das passagens dos seus explosivos musicais,
agregando aos arranjos as influências
de bandas do "Metal da Morte", como
fudidamente se percebe inspirações
dosadas do Suffocation com Obituary, tornando
as faixas trabalhadas ao comando de vocais
guturais, riffs apocalípticos, andamentos
extremos e densos, permeando-se do brutal
ao tradicional (ainda mais) na veia sangrenta
do estilo...Gostaria de ressaltar que sua
última faixa denominada "Mr. Earthmover"
possui quês sabbathicos em seu desenvolvimento
arrastado e bem cadenciado, convidando os
bangers a baterem as cabeças, assim
como o convite é feito de forma mais
furiosa em seus outros sons: "Bonecrusher",
"Broken Mirror", Crushed by Fallen
Sky", "World of Excrements",
"Faceless Humanity" (and its facedevouring
principles), "Every time we see...",
"Let them lick your mind". (CA)
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ETHERNIA
“Fuera
de Este Mundo” (Hellion/2003) |
Então
temos mais um trabalho em espanhol. Estaremos
presenciando um fenômeno no qual a língua
inglesa estará dividindo o seu espaço
metálico com uma língua nossa
latina? O presente álbum é cuidadoso
já pelo trabalho gráfico, que
é de muita qualidade e bom gosto. Nas
músicas, percebemos logo que as faixas
do disco recebem sempre as mais diversas atmosferas
criadas pelos teclados de Elias Martinez,
e é já na primeira faixa que
eles preparam o ambiente para “Cara
y Sello”, uma das faixas mais rápidas
desta compilação, juntamente
com “Angel de Luz”, outra faixa
bastante veloz. “Fuera Deste Mundo”
e “Hijos” são duas longas
faixas nas quais estes muchachos chilenos
mostram o poder de suas músicas. Nas
letras, as temáticas propostas são
muito reflexivas, e isto é muito interessante,
ainda mais quando temos todas as faixas seguindo
uma mesma linha de idéias. Vale conferir.
Ao todo são seis faixas de qualidade,
então vamos novamente curtir esta diversidade
“Antes Del fin de los tiempos”.
(Por Caldas)
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| ETERNAL
MALEDICTION
"Endeavour
Through Thorns” (Force
Majeure/2006) |
Eis
mais uma fudida banda de Metal Extremo paulista,
Eternal Malediction que executa um fudido
Black/Death Metal com fortes influências
de Dark Metal. Em seu cd de estréia
mostra segurança na execução
do som, competência, personalidade e
criatividade na composição dos
mesmos. O álbum é iniciado com
a agressiva “Flames of Humanity”
e em alguns trechos percebe-se as influências
de Dark Funeral/Enthroned (as partes agressivas),
porém a inserção de trechos
cadenciados na composição a
deixou ainda mais ducaralho, a segunda faixa
“Burning Inside the Purity” por
sua vez mostra o lado Death Metal da banda,
porém dentro dessa composição
existe um longo trecho com arranjos acústicos,
caindo para o Dark Metal, algo bastante criativo
e no fim dessa composição a
sonoridade caminha para o Black Metal mais
direto, da mesma forma que inicia a terceira
faixa “Satan “Bless” You”,
essa por sinal não há tanta
variação, até por ser
a mais curta do álbum, a seguinte “Ashes”
em seu inicio lembrou o saudoso Paradise Lost
(de sua fase intermediaria), nessa composição
há arranjos/coros de vocais limpos,
é uma composição conduzida
de forma cadenciada com trechos acústicos,
o clima gótico é continuado
em “Exist” também uma composição
com muita variação e ao longo
dos seus quase onze minutos exibe muitas das
influências já citadas da banda,
a faixa seis “Ascension of the Fire
Reign” traz novamente as características
agressivas do Death/Black Metal a seguinte
“Killing the Masks” segue a mesma
linha, porém sendo mais cadenciada
e com trechos acústicos, seguida por
“Ancient Black Throne”, “As
Faith Dissolves...” uma composição
totalmente atípica do álbum,
instrumental e cheia de clima pagão,
conduzida por completo por um violão,
e por fim “Shadows of a Past”
a composição mais Death Metal,
regada a riff´s pesados e bases rápidas
com uma cozinha pesadíssima e precisa,
e no meio ainda coube arranjos arrastados
com vocais cantados, algo na linha Heavy Doom.
Esse é o típico álbum
que deve ser ouvido com calma para não
ser mal compreendido...
(EO) |
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