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| FLASHOVER
“Superior”
(Kill
Again Recs/2008) |
Com
uma capa muito interessante de tons azulados,
ilustrada por um homem segurando o que parece
ser uma grande rocha; este é o 3º
Cd oficial dos brazilienses do Flashover.
Eles trabalharam 9 composições
pesadas e agressivas com o comando vocálico
enfurecido de Itazil Junior, que também
toca guitarra, e o instrumental desenvolto
de modo coeso e trabalhado, inclusive a banda
está com um novo baterista, Rafael
Pereira, que mostra-se adaptado no estilo
Thrash Metal executado pelo Flashover. As
linhas das guitarras de Fernando Cezar e Itazil
Junior são cortantes em seus riffs,
sólidas em suas bases e alucinadas
nos solos thrasheiras (!!!). E o baixo de
Daniel Lima mantém o peso com os arranjos
certeiros nas composições. Ah,
e ele também faz vocais, detalhe.
O track-list do Cd assim se constitui: "Superior",
"Season in Hell", "Hatestorm",
"Out of Control", "Blood of
Fire", "Gods Metal War", "Welcome
to Disaster", "Underground",
"Flesh and Blood". E como bônus
um cover fudido para "Balls to the Walls"
do grande Accept ! (CA)
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Kill
Again Recs: A/c Rolldão: QNP 30
- Conj. “C”- CS 40 - ST “P”
Sul – Ceilândia - Brasília/DF
-72236 - 003
killagainrec@yahoo.com.br |
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| FLESH
"Worship
the Soul of Disgust" (Pulverize
Recs/2008) |
Este
material promocional nos foi enviado pela
Imperative Music Promotion do Mato Grosso
do Sul.
Flesh é o projeto solo do sueco Pete
Flesh (Deceiver, Thrown, ex. Maze of Torment).
Pete que canta, toca guitarra e baixo, tem
como parceiro Flingan que se encarrega da
bateria. E neste 3º álbum do Flesh,
escutamos um Death Metal carregado de andamentos
cadenciados e sujos com arranjos criativos
que se evidenciam sobretudo nos rifferamas
pútridos das guitarras e seus solos
com melodias caóticas (típicas
de bandas suecas do 'Metal da morte' old school),
enquando os vocais soam vomitados e a cozinha
(baixo/bateria) acompanha simploriamente a
trilha mortal das 9 composições
com títulos altamente pervertidos e
sarcásticos, vejam: "Shatahan",
"I Masturbate To Jesus Christ",
"Nights Of Funeral Bells", "Feast
On The Soul", "Fuck The Romantic
– Fuck The Gothic", "Sluts
& Whores", "Sadistic Penetration"
(nesta faixa, inclusive, podemos escutar lindos
gemidos sexuais femininos), "My Penis
Will Be Your Opera" e "Worship The
Soul Of Disgust". A profanação
da Carne (Flesh) está explícita;
pois, este trabalho é mais uma prova
sonora desse fato. (CA) |
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| FOLKSTONE
“Folkstone”
(Fuel Recs/Self Distro
2008) |
Bem
vindos ao mundo medieval. Este é o
'feeling' que nós, ouvintes, somos
remetidos ao escutar os italianos do Folkstone.
O grupo, vestido à caráter como
guerreiros e músicos medievais, é
formado por: Lorenzo (Vocals, Bagpipe, Bombard),
Matteo (Bagpipe, Vocals, Fire), Roberta (Bagpipe,
Bombard, Vocals, Fire), Andrea (Drums, Percussions),
Giorgio (Bass, Vocals), Davide (Guitar, Vocals),
Daniele (Percussions, Fire), Elvira (Fire).
Sim, isto mesmo, são 8 componentes
que criam toda uma atmosfera Folk com ótimas
harmonias e belas melodias com um grandioso
trabalho, cujo instrumental dessa aura pagã
folclórica se funde ao peso do Metal
de passagens tradicionais e desenvolvimentos
pontuados com fortes cadencias nos arranjos
e escalas das músicas. Tudo isso comandado
pela frente de batalha dos firmes vocais habituais/naturais
que são acompanhados por refrões
épicos que ecoam nas canções
do grupo. As inspirações do
Folkstone se baseiam em bandas como: In Extremo,
Corvus Corax, Schelmish e outras do estilo
Folk Metal.
Eis os nomes das canções deste
álbum homônimo à banda:
"1. Intro" - "2. Folkstone"
- "3. Briganti di Montagna" - "4.
Rocce Nere" - "5. Avanti" -
"6. In Taberna (In Vino Veritas)"
- "7. Oltre il Tempo" - "8.
Con Passo Pesante" - "9. Lo Stendardo"
- "10. Igni Cena (Schelmish tribute)"
- "11. Alza il Corno" - "12.
Outro". As músicas são
cantadas em italiano, e mesmo que não
tenhas conhecimento da língua, é
fácil compreender as mensagens transmitidas
nas letras. Congratulations Folkstone!
(CA) |
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| FARSCAPE
“For those
who Love to Kill” (Kuravilu
Productions/2008) |
Os
Thrash Maniacs atacam novamente com esse “super”
ep “For those who Love to Kill”
composto por treze faixas e quinze sons! Os
quatro primeiros sons “Mercenary Love´s
House”, “Billy the Butcher”,
“Church of Golden Lies” e “Politicians”
são inéditos, sendo que os três
primeiros são composições
do Farscape e são mais na linha do
primeiro álbum dos caras, e o quarto
som é um cover do Exploited, em seguida
mais um ep “Thrash Until you Drop”
composto por três sons “Thrash
Until you Drop”, “Eletric Fist”
e “666 on you Grave”, desses o
primeiro som foi lançado no álbum
“Killers on the Loose” que mostra
um lado mais tradicional do Farscape, influência
que segue os outros dois sons, em seguida
na íntegra a demo “Doctrine Sickness”
(da oitava a décima segunda composição)
e para finalizar uma faixa com três
sons ao vivo gravado no Old Metal Festival
(2003) com a participação do
baterista Guga (Dorsal Atlântica) em
“Bonebreaker” (cover do Kreator)
em seguida o hino Metálico “Carrasco
do Metal” e finalizando com mais um
cover para “Sacrifice” da banda
homônima. Sem dúvida trata-se
de um material que traz boa parte da história
do Farscape, com material antigo, raro e inédito.
(EO) |
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| FETID
ZOMBIE "Pleasures
of the Scapel"
(Metalhit.com/2008) |
O
Zumbi Fétido americano está
à solta com sua forma suja e podre,
atacando por intermédio de um Death
Metal fudido e pútrido, este é
o Fetid Zombie, banda do artista Mark Riddick
que já produziu várias capas
e encartes de álbuns, camisas, posters
e artes do underground. Ele no Fetid Zombie
descarrega toda sua energia putrefacta e insanidade
de influências calcadas no Death Metal
tradicional e Mark surpreende com as composições,
porque nas funções de Vocals,Guitar,Bass,Drums
Programming & Samples, faz toda uma desgraceira
sonora de qualidade com vocais pútridos
guturais e backings rasgados em passagens
tanto cadenciadas, como extremamente rápidas
e sujas dentro das programações
e doenças sonoras que atacarão
os fãs do "Metal da Morte"
como vírus através das faixas:
"Pleasures Of The Scalpel", "Solid
Waste Management", "Diarreah By
The Gallons", "Starved For Flesh",
"Gimp Mask Confessional", "Man
of The Semen-Stained Cloth", "Bone
Saw Amputation", "Confessional Booth
Glory Hole", "Toilet Water Baptism",
"Hungry Fetus", "Minced"
e "Raid The Convent". Leram os títulos
das viroses sonoras? - Pois é, então
confiram como o maníaco Mark Riddick
com o Fetid Zombie irá sujar os seus
tímpanos... !!! (CA)
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| FORTALEZA
METAL COMPILATION "Vol
1"
(Anaites
ZPD/2007) |
Coletânea
produzida pelo batalhador Hioderman Zartan,
reunindo oito bandas das mais variadas vertentes
do Metal. Começando com Clamus
que toca Thrash Metal cadenciado com
passagens Death Metal, a faixa escolhida pela
banda foi “The Simple Complex”;
a segunda banda Laments
of Soul toca Doom/Gothic, variando
passagens pesadas rápidas e cadenciadas
e com vocais líricos (feminino) e vocal
gutural (masculino), percebe-se que a banda
tem boa proposta, mas precisa lapidar os arranjos
vocais líricos para melhor encaixá-los
na composição, “Perpetual
Sleep”, escolhida para essa compilação;
a banda seguinte Dark
Side também toca Thrash Metal,
porém mais técnico, participou
no trabalho com a composição
“Fragments of Time”, na seqüência
é a vez da irônica Gstruds
que faz um fudido Death Metal, mas sinceramente
eu não acho legal a idéia de
letras dos caras, só pelo nome da música
“Maldição do Ovo”
já dar para perceber qual é
a dos caras... A quinta banda Glory
Fate tem proposta tocar Heavy Metal
com influências prog, algo como Iron
Maiden da época do “Seventh Son
of a Seventh Son” no instrumental e
vocal digamos que “seguro”, sendo
eficiente na composição “Evil
Woman”; em seguida mais uma banda de
Heavy Metal, Metal Freedom,
essa, porém, faz um som voltado para
vertente mais melódica do estilo, algo
como Stratovarius, Edguy, com músicos,
principalmente o tecladista, bastante competentes
por sinal, sua faixa chama-se “Mirror”;
a penúltima banda Warbiff
toca Thrash Metal bastante pesado,
agressivo e rápido, lembrando o Sepultura
de meados dos anos oitenta, com muito feeling
e personalidade, a composição
da banda chama-se “War in the name of
God”, um recado inflamado a essas barbaridades
que rolam no mundo; por fim a banda Apócrifo
que faz um som pesado com vocais rasgados
e limpos, escolheram a música “Lorien”
que se for a melhor música da banda,
precisam melhorar muito sua linha de composição.
(EO)
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| FARSCAPE
"Killers
On The Loose"
(Unsilent Recs/2006) |
Este
novo trabalho do Farscape, apesar da capa
estar assinada pelo mesmo artista que desenhou
a primeira capa e trazer o mascote, o monstro
caçador de recompensas, atrás
deles novamente como no primeiro álbum
‘Demons Massacre’, tem diferenças
do primeiro registro da banda ! A ”Intro”
lenta antes da música “Under
The Loudness” que traz bases e riffs
rápidos e dilacerantes com as principais
influências da banda como Kreator, Sacrifice,
Blood Feast etc...uma grande música
que é obrigatória nos shows
deles de agora em diante abre o Cd e a novidade
vem por conta da “Thrash Until You Drop”
que havia sido lançado na coletânea
com Victimizer, Eternal Pain e Betrayed pela
Death Strike Recs, com uma pegada mais Motörhead
e Diamond Head, o Farscape mostra novas influências
sem perder o feeling e peso que muitas bandas
de cabeças fechadas e visões
estreitas não têm a capacidade
de enxergar além de suas limitações.
A terceira música “Killers On
The Loose” é anunciada por uma
sirene e também traz riffs dilacerantes
e solos atacando o ouvinte sem soar de forma
maçante, um refrão grudento
e backings vocals de Victor The Fox Whipstriker
(baixista) e Poison Hell (guitarra), que fizeram
a diferença. A quarta música
“Captors Of Hate”, mais cadenciada
e não menos pesada e agressiva alternando
com partes rápidas e arranjos muito
bem construídos, impossível
não quebrar o pescoço nesta
faixa. “Celebrate My Death” também
consta na coletânea da gravadora alemã
Death Strike Recs e segue com o Farscape dentro
de suas principais influências já
citadas acima. “Bizarre Sexual Machine”
teve uma roupagem diferente da Demo com uma
intro de um sampler de filme pornográfico,
seguindo sem a parte Blast Beat da Demo com
uma levada mais cadenciada que é a
proposta da banda agora. “Wild Rocker”
traz um Farscape mais Heavy Metal bebendo
na NWOBHM, Tigers Of Pan Tang talvez seja
o primeiro nome que venha à mente na
primeira audição desta faixa,
com essa enxurrada de bandas de thrash e bandas
que faziam em suas Demos um som mais Pantera
e agora desfilam com coletes de Patchs; o
Farscape vem mostrando originalidade e dando
uma aula de verdadeiro Metal, destaque para
os solos mostrando a versatilidade dos guitarristas
e o vocal mais limpo de Leo Withcaptor. A
música “Mutilation” fecha
o cd com o Farscape novamente agressivo, rápido
e destruidor, uma surpresa grata numa faixa
escondida neste Cd para quem tiver paciência
de esperar o tempo passar. Um lançamento
que já é um clássico
obrigatório na coleção
dos die hards hellbangers ! (Por
Fabiano Leatherface) |
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| FIEND
“Staring
Down a Monster”
(Independente/2005) |
O
Fiend surgiu em Oakdale, Long Island e consiste
de Nino Volpe (vocal / guitarra), Alexei Ruber
no baixo a John MacGarity na bateria. Eles
começaram no inicio dos anos 90, mas
apenas em 1999 conseguiram lançar o
seu primeiro registro profissional gravado.
Mais tarde em 2004 a banda voltou ao estúdio
para gravar este álbum. Levou-se até
a primavera de 2005( no hemisfério
norte) para finalizar as gravações
e o resultado foi oito musicas originais e
dois covers, um do Black sabbath e outro do
Iron Maiden. “Staring Down A Monster”
é um puro álbum de Metal. A
banda é constante não deixando
o clima cair, com uma paulada de faixa bem
metal uma após a outra. Não
procure por nada progressivo ou mais arranjado
em termos de musica, estes caras são
pesados e diretos. Eles são muito influenciados
pelo metal dos anos 80 sem soar datado. Os
vocais são melódicos com um
tom áspero e cheio de emoção,
sendo em musicas mais arrastadas com “On
My wall” ou em riffs galopantes como
os de “What Remians” a banda sempre
traz um Metal precisamente executado, as variações
nos arranjos deste CD não o deixa ser
chato nem por um segundo. O único ponto
negativo que eu achei, foi que eles poderiam
ter adicionado mais duas musicas próprias
ao invés de dois covers. Não
que eles tenham estragado as músicas,
mas estas músicas são tão
conhecidas que não acrescentam em nada
à carreira do Fien. De qualquer forma
“Staring Down A Monster” é
um Cd de uma banda que irá agradar
pessoas que gostam de Heavy Metal pesado,
direto e honesto. (Por
Bruno Van De Velde)
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FILII
NIGRANTIUM INFERNALIUM “Fellatrix
Discordia Pantokrator”
(Equilibrium
Recs/2005) |
Para
comemorar dez anos de vida de uma banda, nada
melhor que lançar um álbum,
e melhor ainda quando se trata do primeiro,
como é o caso da banda portuguesa de
Black Metal, Filii Nigrantium Infernalium,
que tem seu debut “Fellatrix Discordia
Pantokrator” lançado. O som tocado
por esses loucos, esses caras são loucos
mesmo, basta olhar a arte gráfica do
álbum, segue a linha Black Metal tosca,
com riffs Thrash, onde as influencias de Destruction,
Sodom são facilmente percebidas, acompanhada
pela típica batida crua e ríspida
do estilo, com vocais femininos, ops, não
se assustem, são apenas narrações,
e teclados, hiii, mas também podem
ficar despreocupados são apenas climas
mórbidos extraídos desse instrumento
. As letras são entoadas em português,
e alguns títulos são peculiares
tais como “Bordel no Eden” boa
idéia hein?, “Morte Geométrica”,
“Cães de Guerra”, essas,
junto com “Calypso” e “Sacra
Morte” são as melhores do álbum,
eu citei cinco músicas como destaque
e no total são nove, ou seja, mais
da metade são excelentes, as demais
também são legais, mas eu gostei
dessas, quer matar a curiosidade? Escute!
(EO)
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C/o
Nuno - PO Box 2909 - 1123–001 - Lisboa/Portugal |
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| F.U.B.A.R.
"Studio
Sessions 2002/2004"
(2+2=5 Recs/2004) |
Uma
banda nova e com certa notoriedade na cena
"UnderGrind", em especial na Europa,
esta é a F.U.B.A.R. que se inspira
em bandas como My Minds Mine, Widespread Bloodshed,
Wolfpack, Skitsystem, Mule Skinner e no Napalm
Death da fase "Scum", como costumam
assumir; tudo para alicerçar o seu
grindcore old school com influencias de fastcore/powerviolence.
A quadrilha arregaça seu instrumental
rápido e caótico junto a vocais
urrados, guturais e gritados, realizando com
tudo que tem e não tem direito para
dispersar de suas mentes insanas toda a desgraçeira
de sujeira e crueza.
O tracklist das sessões do álbum
é preenchido por 36 faixas, isso mesmo
36 sons desgraçadamente apolíticos
e violentamente compilados para este material
registrado em estúdio pela banda entre
2002 e 2004.
Preparem seus tímpanos para a brutalidade
"podrerosamente" sonora do F.U.B.A.R.
.(CA)
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FRACTAL
POINT “The
Bizarre Marchinery of Universe” (Dead
Sun Recs/2004)
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O
Fractal Point foi formado em 99 na cidade
francesa de Valence, completaram sua formação
em 2000 e em 2001 lançaram um Mcd com
cinco músicas intitulado “Analysis
of Dimensions”. Após alguns acertos
firmaram um contrato com a Deadsun Records
pro lançamento deste álbum “The
Bizarre Marchinery of Universe” com
nove músicas. Falei, contei um pouco
da história da banda, mas você
deve estar perguntando, qual é o estilo
da banda? Pois é, os caras tocam Death
Metal com um bem gutural a lá Incantation,
e com um instrumental virtuoso, na linha Death
nas passagens cadenciadas, os solos de guitarra
são melódicos e complexos mas
há nas músicas passagens bem
agressivas, pra não fugir da regra
e as letras são “viajadas”.
O disco é iniciado por uma intro sem
título e seguido por “At the
Begining” que lembra de longe o riff
de uma música do álbum “The
Sounds of Perseverance” do eterno Death,
mas no decorrer da música dá
pra sacar bem a idéia dos caras, em
seguida “Saturnian” que é
mais reta e direta, “Chaos Unification”
cadenciada e uma das melhores, “Cosmic
Fields” um instrumental no violão
bem reflexiva, “Parallel Words”
tipo que Death/Thrash também outra
excelente música, “Material Substance”,
“The Dimension Experiment”, “Dark
Matter” e “Celestial Corpse”
completam esse ótimo álbum.
(EO)
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