| |
|
|
|
|
|
|
| RHEVANGE
“Unleash
the power” (Independente/2008) |
Primeiro
Cd oficial, eis o Debut Album dos brazilienses
da banda Rhevange. Composto por 10 faixas,
o quarteto ( ) pratica um Heavy Metal que
mostra garras da linha tradicional, melódica,
progressiva e "power" do estilo
em um misto de influências enriquecedoras
para a musicalidade do grupo.
O Rhevange está a trabalhar bastante
as estruturas de suas músicas com um
intrumental que com um peso sonoro agregado
e pegado com coesão, fator relevante
para não se perder diante dos vários
arranjos expressos, por onde a cozinha do
baixo/bateria alicerça o peso para
as intervenções das guitarras
com destaque aos riffs e duetos de solos acentuadores
às composições; além
logicamente dos vocais com tons fortes aliado
a "backing vocals" constantes a
clamar pelos nomes das faixas. As quais, respectivamente
no "track-list" do álbum,
intitulam-se: " Horse Spirit", "With
Power", "Darkness or Light",
"The Tyger", "Eyes of the Sun",
"Burning the Wheels", "Murmansk",
"Walking With the Wolves", "Good
Samaritan" e "Revenge".
Ah, o nome Rhevange foi inspirado na música
“Taste My Revenge” da banda Sanctuary
e dentre as influências comuns ao espírito
da banda, a absorção no Nevermore
é a mais notada nas faixas.
A produção do material ficou
interessante, desde a capa ao encarte com
todos os detalhes das letras, infos e foto
da banda. (CA) |
| |
|
| |
| RELEASED
ANGER “Faces
of Fate” (Kill
Again Recs/2008) |
Thrasheira
pura calcada na velha escola dos anos 80:
É isso o que você vai escutar
ao colocar este Cd dos gregos do Released
Anger para tocar em seu aparelho sonoro. Grupo
que é formado por ex-membros do Crucifier,
Skullcrusher e Deny.
São 5 enfurecidos thrashers transmitindo
'feeling' e agressividade letal nas 11 composições,
desde a primeira (e faixa-título) "Faces
of Fate" contando, inclusive, com riffs
alucinados à Mike do Destruction; permeando
pela "Heroine's Death", a qual me
chamou atenção os riffs ganchudos
pontuando as partes mais cadenciadas de alguns
dos seus trechos fudidos; finalizando com
a "Wasted", sacada com partes rápidas
e intrincadas pela eletricidade instrumental
(os solos "correria" não
ficam de fora \,,/) e vocais bastante agressivos,
que são acompanhados por pulsantes
"Backings vocals" e característicos
cadenciamentos sem perder em momento algum
o peso dos arranjos concebidos. Apesar de
ter feito menção a 3 faixas,
não pense que as destaquei de forma
especial diante das demais, mas sim que foi
para você ter uma noção
da pancadaria musical numa visão geral
das composições que trilham
rasgando os posers como arames farpados. Pois,
eis os nomes das outras faixas:"Mentally
Disordered", "Murder", "Normal
Person", "Parasite", "Shadows
of Insanity", "Holocaust of Pain",
"Suicidal moments". Além
de um cover para a violência sonora
chamada "Power Thrashin' Death"
do Whiplash. Logo, um disco indicadíssimo
aos thrashers de plantão. (CA)
|
| |
Kill
Again Recs: A/c Rolldão: QNP 30
- Conj. “C”- CS 40 - ST “P”
Sul – Ceilândia - Brasília/DF
-72236 - 003
killagainrec@yahoo.com.br |
| |
| REVEL
DECAY “Etenal
Decay” (Kill
Again Recs/2007) |
Debut
Cd dos cearenses da Revel Decay com lançamento
decretado pela Kill Again Records (DF) em
novembro de 2007.
Os quatro insanos (Leonardo - Vocalista, Fernando
Cota - Guitarrista, Eri Lima - Baixista e
Helano Oliveira - Baterista) enquadraram 8
composições podres de inspirações
blasfêmicas e execuções
agressoras ("The Antchrist Warrior",
"Kill The Son Of God", "Revel
Decay", "Dark Freedom (or Life of
Slevery)", "Sleved by Church",
"Salvador de Vermes", "Mortal
Screams" e "Raping Again")
com um desmebramento de passagens com riffs
sujos e bases sórdidas da guitarra,
assim como pegadas brutais e extremas na devastação
da bateria comungada com o baixo, e as vociferações
mais do que pútridas, expressando toda
a sua revolta e vomitando sobre os dogmas
cristãos; ou como mesmo se intitula
uma de suas faixas ("Mortal Screams")
por via de gritos mortais contra o "Salvador
de Vermes", tal como é o título
de outra faixa para este álbum, já
ressaltadas nas linhas acima lidas por você,
que se gosta de um Death Metal fudido com
influências de Morbid Angel, Cannibal
Corpse, dentre outras; não deve perder
tempo para adquirir o álbum destes
nordestinos DeathBangers. (CA)
|
| |
Kill
Again Recs: A/c Rolldão: QNP 30
- Conj. “C”- CS 40 - ST “P”
Sul – Ceilândia - Brasília/DF
-72236 - 003
killagainrec@yahoo.com.br |
| |
| REVELATION
OF DOOM "Shemhamforash"
(Pagan Recs/2007) |
A "Revelação
do Apocalipse" chega ao nosso planeta
através do ritual negro e mórbido
destes insanos poloneses: Kaos (Guitars),
Amon (Drums), Swordmaster (Bass) & Analripper
(Vocals). A quadrilha toca com ódio
e fúria o seu Death Metal com características
infectadoras na
linha Old Schoolde inspirações
nas antigas HellHammer, Venom e de outros
grupos da velha escola, mostrando na execução
dos arranjos, pesados como uma máquina
de matar, passagens que soam, ora extremamente
velozes e ríspidos, ora cadenciadas
de forma simplória e tradicional,
ora com atmosferas sussurradas e obscuras,
enfim com as transmissões profanas
da horda sendo vociferadas com guturais
na linha de frente e gritos rasgados nos
"backings", além do serviço
"sujo" do instrumental esmagador
e realmente caótico, tornando explicitamente
impiedosas as faixas deste "Full-length"
na seguinte ordem: "1.
Six Six Six" - "2. From Metal
To Hell" - "3. The Goatwhore"
- "4. As The God So The Servants"
- "5. Phalluscipher The Godcrusher"
- "6. Morbid Death" - "7.
Messenger Of Darkness" - "8. Vultures
Genocide" e "9. Darkness Shall
Be". (CA)
|
| |
|
| |
| RICARDO
PRIMATA "Visões"
(Independente/2007) |
O conceituado guitarrista
baiano Ricardo Primata (Slow, Ritmia) acaba
de lançar seu trabalho solo instrumental
intitulado “Visões” composto
por quatro sons onde o mesmo despeja todo
seu conhecimento e técnica com sua
guitarra.
Mas engana-se quem está imaginando
“deve ser um saco”, muito pelo
contrário! Os temas compostos por Ricardo
Primata são de muito bom gosto, com
muita técnica sim mas com feeling essencial
e há passagens simples fazendo uma
ponte legal para os solos/arpejos mais complexos.
Os títulos das quatro faixas são:
“Linha do Tempo”, “Vencedor”,
“Visões” e “Despertar”
e teve como músicos o próprio
como guitarrista, Gilmário Celso (Baixo),
Jobinho Macedo (Teclados) e Marcel Freire
(Bateria).Vale muito a pena conferir!!!! (EO) |
| |
|
| |
| RAVENDUSK
"Astroblack Advent"
(Mondongo Canibale Recs/2007) |
Com uma capa e encarte bem
trabalhados e artísticos, inclusive
com as fotos dos componentes de tal forma
com partes dos rostos desfigurados, este é
o 2º álbum oficial dos poloneses
do Ravendusk. Outro detalhe: O símbolo,
ao lado do Logotipo, é um "Ravengram",
significando uma artística visão
de um pentagrama invertido.
O Ravendusk mescla suas absorções
extraídas do Black Metal e do Gothic
Metal, tocando de forma bem trabalhada e criando
versáteis passagens com uma atmosfera
cósmica e freqüente de incursões
dos teclados a conceberem os climas das sinfonias,
cujas estruturas pesadas com o baixo firme
junto ao desenrolar da bateria muito inspirada,
assim como as guitarras com riffs cativantes
e solos harmônicos, além das
furiosas vociferações preponderantes
(com algumas partes musicais compartilhadas
por "backing vocals" de timbres
limpos e graves) para os cadenciamentos e
desenvolvimentos extremos e melódicos
com temas cósmicos, espirituais e de
descobertas na obscuridade. Adeptos, sobretudo
de grupos como Covenant, Arcturus, Limbonic
Art, enfim irão se deleitar com o Ravendusk.
A produção sonora ficou com
uma qualidade impecável nos recursos
explorados pela Ravendusk no decorrer das
11 composições do álbum,
cujas sinfonias são: "Ebony Craft"
- "Profound Effect" - "Superdark
Phenomen" - "Will as Heresy"
- "Neon Cipher" - "Astroblack
Advent" - "Lucider Worlds"
- "Enigma Neo Blassed" - "Forever
Obscure" - "Vortex of Arcane"
& "Rapture Generation". (CA) |
| |
|
| |
| REX
DEVS “Zodiaco”
(UnderMetal Prods/2007)
|
Esta
banda espanhola é mesmo interessante,
a começar pelo seu nome em latim, Rex
Devs, e pelos nomes das músicas que
são derivados dos signos astrológicos,
fazendo jus ao nome do álbum, isto
é, Zodiaco. Inclusive, no encarte,
há uma figura correspondente para cada
signo.
Os sete membros da banda (Kike: Vocals - Guzmán:
Drums - Héctor: Keyboards - Vilches:
Bass - Santi: Guitar - Javi: Guitar - Kisa
Valkey: Female Vocals) mesclam suas obscuras
inspirações do Black Metal com
linhas melódicas e doses góticas
para o desenvolvimento de passagens bem trabalhadas,
soando ora furiosas, ora suaves; ou ao mesmo
tempo, tocando as passagens caóticas
com singelas vozes femininas junto aos vocais
rasgadíssimos e guturais, os quais
também não se fazem ausentes
nas partes "limpídas" quando
normalmente estão a fazer dueto com
os vocais femininos líricos e extasiantes.
É perceptível a qualidade dos
músicos e, além da sonoridade
metálica, influências eruditas/clássicas
estão latentemente agregadas nas composições
do Rex Devs. Outro detalhe importante, que
é explorado nas atmosferas astrais,
é o teclado criando as melodias de
fundo para o intrumental furioso e melódico
(muitas faixas são agressivas e rápidas,
enquanto outras são arrastadas e suaves)
com vocais masculinos vociferados em contraste
aos femininos suaves e belos.
Só para constatar a afirmação
inicial sobre os nomes das músicas,
vejam que após a introdução,
ou como mesmo intitulado "Preludio",
seguem as faixas: "Aries", "Tauro",
"Geminis", "Cancer", "Leo",
"Virgo", "Libra", "Escorpio",
"Sagitario", "Capricornio",
"Acuario", "Piscis"; e
finalizam com a sinfonia "Reflexion".
Deve ser constado que este Cd foi lançado
em 2005, sendo agora relançado pelo
selo peruano UnderMetal Prods; o que foi uma
ótima iniciativa para ampliar a divulgação
da Rex Devs pela América do Sul também.
(CA)
|
| |
| |
| |
| ROTTING
CHRIST “Passage
to Arcturo”
(Dying Music/2006)
|
Eis
mais um clássico do Rotting Christ
que, após uma década e meia,
é lançado em nossas terras:
“Passage to Arcturo”. O disco
é composto por composições
que escreveram o nome do Rotting Christ na
história do Black Metal, afinal os
hinos de louvor às artes negras: “The
Old Coffin Spirit”, “The Forest
of N´Gai”, “The Mystical
Meeting (Sevlesmeth Esoth Spleh Dog), “Gloria
de Domino Inferni” (um dos temas mais
sombrios e macabros que já ouvi em
minha vida, por sinal conduzida em latim)
e “Inside the Eye of Algond” completam
o material, mas essa versão lançada
pelo fudido selo Dying Music ainda traz o
7” ep “Dawn of the Iconoclast”
(1993) com as faixas “The Nereid of
Esgalduin” e “Vicious joy and
Black Delight” e por fim a faixa “Feast
of the Grant Whore” extraída
da demo “Satanas Tedeum” (1989);
tudo isso envolto a uma produção
gráfica excelente. Material raro que
logo se tornará relíquia, pois
sua tiragem é limitada !!! (EO)
|
| |
| |
| |
| RAGE
“From
the Cradle to the Stage” (Hellion
Recs/2006) |
Caro
leitor, devo confessar que não sou
de apreciar álbuns ao vivo, mas “From
the Cradle to the Stage” eu devo fazer
uma exceção por dois motivos.
O primeiro é por se tratar do Rage,
banda da qual fez parte do processo de minha
formação musical, então
inegavelmente, já sabia que teríamos
no mínimo um álbum regado á
muita garra e energia. O segundo motivo é
pela comemoração dos 20 anos
dos alemães, razão da qual,
os principais clássicos do trio estariam
sendo inevitavelmente executados. Vide o exemplo
do álbum “10 years in Rage”.
Dito e feito, além de executados com
imensa maestria, Peter “Peavy”
Wagner, Victor Smolski e Mike Terrana mostram
o porquê do Rage ser uma das mais aclamadas
do circuito metálico mundial. Esse
álbum duplo prova que o trio alemão
ainda tem muita lenha para queimar, de cara,
o primeiro CD se inicia com um tradicional
clichê de álbuns ao vivo, com
um público eufórico, batendo
palminhas e Peavy anunciando o início
do espetáculo. Temos então um
Rage misturando técnica e agressividade,
encontradas em “Paint the Devil on the
Wall”, até então, a impressão
dificilmente é notado que se trata
de um álbum ‘live”, mas
em “Sent by the Devil” é
possível ouvir a manifestação
da platéria que participa ativamente
até a execução de “Down”
– uma das melhores do álbum “Unity”.
Outros destaques deste primeiro CD fica por
conta de “Suicide”, “Days
of December”, no qual notamos um Rage
extremamente inspirado e “Set this World
on Fire” fechando o primeiro CD. Obviamente
não poderia faltar um dos famosos e
obrigatórios solos de bateria de Mike
Terrana, quem já viu ao vivo sabe que
Terrana é um show à parte e
não deixa a peteca cair. Partindo para
o Segundo CD, temos os momentos vistuosos
com os solos de Victor Smolski, que assim
como Terrana, proporciona maior amplitude
ao show do grupo. Alguns dos maiores clássicos
do Rage estão presentes como “Straight
to Hell”, “Back in Time”
– uma das melhores da banda, em minha
opinião - e a teatral “From the
Cradle to the Grave”. Como o melhor
sempre vem no final, o Rage acerta em cheio
com “Don´t Fear the Winter”,
uma das faixas que mais empolga os presentes,
“All I Want” e a longa “Higher
than the Sky”, com direito á
participação ativa do público
durante o refrão. A parte gráfica
presenteia os fãs através de
fotos do passado e do presente da banda, além
da reprodução dos crachás
“All Acess” dos integrantes do
grupo, o que deixa qualquer Ragemanáco
com água na boca. Fica aqui a minha
torcida pelo sucesso contínuo do grupo,
e que o Peavy & cia. nos brinde com mais
20 anos de música de qualidade. Item
obrigatório para qualquer um que se
diz fã do Rage.
(Por Maximiliano Oliveira)
|
| |
| |
| |
| |
|
| |
|
|
|
|