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| ECHIDNA
“Austral
Legends ”
(2008) |
Primeiro
trabalho Demo do Echidna, a horda, oriunda
do Rio de Janeiro, é constituída
por cinco almas obscuras ( Isamorius - Vocals
| Autumnus - Guitar | M.Shaygraloch - Guitar
| Iksamorthirus - Bass | Melrik Satanoj -
Drums) a transmitir um Black Metal carregado
de desenvolvimentos ríspidos e sujos,
tanto quanto densos e cadenciados, onde dão
ênfase às rifferamas típicas
do estilo os quais ressaem no âmago
das composições comandadas por
vocais rasgados e enfurecidos para as "The
Seduction Hymn" e "The Unrevealed
Gods" em quase 8 minutos de exaltação
a temas como sonhos, paganismo, lendas e contos
regionais e do hemisfério Sul. A Echidna
possui esse real propósito na obscuridade
e ira do Metal Negro, entretanto a gravação
deste material mereceria estar mais definida/afiada,
embora não tenha prejudicado nessa
metálica resenha análitica.
(CA) |
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| EVILFIRE
“Tail
Eating Dogs”
(2008) |
De
Milão, Itália, vem a banda EvilFire
com o seguint Line-Up: Mauro Mazzara (Vocals),
Loris Scalzo (Guitar), Andrea Strati (Guitar),
Elia Fagnani (Bass) & Riccardo Mariani
(Drums).
Neste Ep "Tail Eating Dogs", podemos
notar o potencial do quinteto, que toca Heavy
Metal tradicional com muita vontade e 'feeling'
em 5 composições efervescentes:
"Die/No Skin", "Painted Grey",
"Men", "T.E.D." e "Wheels
of Time: Chapter 1 - The Fall". Nas 2
primeiras faixas, notamos uma Evilfire mais
calibrada em passagens velozes e furiosas
típicas de influências Power
Metal tradicional e nas 3 últimas,
a banda cadencia mais suas passagens com inserção
de mais melodias, sem perder o peso pesar,
nos desenvolvimentos numa linha mais Hard'n'Heavy.
Inclusive na música "T.E.D.",
eles contaram com a participação
especial do ex-vocalista do grande Savatage,
Zak Stevens, cujo grandioso vocal dispensa
comentários. Aliás, o vocalista
do Evilfire também é muito bom,
com timbres agudos sem forçar os próprios
limites do "gogó".
O poder de fogo do Evilfire começa
pela capa do material, que mostra um soldado
sentado denotando algum arrependimento com
uma mão na cabeça e outra num
Rifle, enquanto ao fundo as chamas se espalham
pelo campo de guerra. Já o som te fará
"bater cabeça", metalhead
\,,/ (CA) |
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| EQUINOXIO
“Predominance
of the Unholy”
(2005) |
Banda
formada em 2004, em uma cidade de pouquíssima
tradição no Metal. PANAMÁ
é um país da América
Central Continental, limitado a norte pelo
Mar das Caraíbas, a leste pela Colômbia,
a sul pelo Oceano Pacífico e a oeste
pela Costa Rica. Capital: Panamá. A
horda EQUINOXIO executa um Black Metal sombrio,
bem cru, com grandes influencias de Venom,
Sarcofago e passando pelas quebradas de Dark
Throne em sua linha mais depressiva. A Demo
“PREDOMINANCE OF THE UNHOLY” conta
com quatro sons: “Pagan Supremacy”
dar inicio esse excelente trabalho, som cadenciado,
refrões fortes, onde Grief se destaca
com seu vocal doentio. Esse som faz parte
da compilação: “Annihilator
Until the Death Vol. 01” lançado
pelos zines Ceremonial Mag/Prods & Visão
Underground Zine. Em seguida temos “Kristallnacht”,
que mostra um Black Metal totalmente Old School
!! Excelente!! Lembra muito Sarcófago.
“Predominance of the Unholy” é
a musica mais longa da demo, com 6:06 –
som bem cadenciado, com vocal de puro desespero
e sofrimento. Finalizamos com “Enter
The Path of Hallucination” que fecha
esse verdadeiro Clássico do Metal Negro
sul-americano. A banda lançou ano passado
seu primeiro Debut “PUNISHMENT OF SOULS”
pelo selo canadense SINSITER SOUND REC. A
banda é formada por Grief (G/V), Cadáver
(BT) e Isagorath (BX). Então guerreiros,
entre em contato você mesmo, e confira
esse grande clássico do metal negro
mundial. (Por Elton
Lima)
Equinoxio é o dia do ano em que
a noite e o dia tem o mesmo período
de duração, isso pra nos significa
o equilíbrio, um contra peso em sua
vida , o contrário que os valores judaico/cristão
ensinam , significam uma nova era, uma nova
fase de escuridão virá! (Grief) |
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| ESPECTROSQUASAR
"EspectrosQuasar"
(2007) |
Do
Mato Grosso do Sul, logo vos digo que o nome
da banda remete ao cosmos galáctico
(veja a capa ao lado) , que é explicado
detalhadamente no encarte deste material Demo.
Aliás, um nome muito interessante mesmo,
após ler o significado.
O grupo envereda pelos rumos do Stoner Metal
com influências notadas dos ingleses
do Black Sabbath (mestres) e do Catedral,
todavia agregando atributos próprios
para dar marca ao EspectrosQuasar. E assim
neste Cd-Demo são explorados 6 canções
de peso, pesar (sendo uma faixa instrumental,
a primeira: "Experience Songs" e
as demais cantadas: "Labyrinth of the
Thought", "Psychedelic Blues",
"Jail" & "The Band of Shades")
com passagens cadenciadíssimas e arrastadas
com pontuações psicodélicas
por parte dos solos das guitarras, sobretudo,
e com desenvolvimento simplificado do instrumental
"heavão" nostálgico
(Stoner) e vocais bastante graves, que embora
careça de uma melhor lapidação,
encaixa-se nos conformes da proposta viajante
dos remetentes temporais do EspectrosQuasar!
(CA)
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| EM
RUÍNAS
“... From The Speed Metal Graves”
(2007) |
Os
Thrash Maniacs iniciaram sua trajetória
em 2002, através de dois projetos que
não foram adiantes (M.A.S.S. e e Hellrazor).
Pois então, se esses projetos inicialmente
não deram certo de suas ruínas
surgiu a fudida banda batizada simplesmente
por Em Ruinas mantendo a proposta dos projetos
ou seja levar aos HellBangers o fudido Thrash
Speed Metal com tradicionais riffs cavalgados
rápidos, batida agressiva e sons facilmente
assimilados! E para levar aos ouvidos dos
Bangers mundo afora o Em Ruínas está
divulgando seu cd-promo com quatro petardos:
“Burn in Hell (The Self Damnation)”,
“Son of Hell (Hammer's Trial)”,
“Morbid Pits” (ao vivo) e concluindo
com um medley cover ao vivo para “Destructed
Life / Dead City” do fudido Violent
Force. A qualidade da gravação,
tanto das faixas ao vivo como as de estúdio
estão excelentes, bem como a concepção
da capa que ficou ducaralho!!! Os caras prometem
para breve o full-lenght, Confesso que estou
ansioso pra ouvi-lo!!! (EO)
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| EMBRACE
MY RUIN
“A Lullaby for a Dying"
(Independente/2007) |
Doom
Metal: Este é o estilo abraçado
pelo grupo italiano Embrace My Ruin, constituído
por - Andrea Tilberis (Vocals), Tina Gagliotta
(Vocals), Giovanni Parisi (Guitars), Davide
Di Cioccio (Guitars), Raffaele Di Maio (Bass),
Mauro Di Maio (Keyboards) & Daniele Ciao
(Drums) - trabalha sua musicalidade em passagens
arrastadas, lentas e pesadíssimas com
um embasado e simples entrosamento instrumental,
que soa denso junto a uma linha de frente
comandada por várias linhas vocalizadas,
tanto de vocais masculinos (em predominância)
extremamente guturais e rasgadíssimos,
quanto de suaves e belos vocais femininos
(em menores proporções) nos
arranjos concebidos para as composições:
"In a Deep Silence", "A Lullaby
for a Dying", "Solitude in Pain"
& "Memories Through the Shadows".
É bom externar que o septeto reflete
suas inspirações em marcantes
bandas como My Dying Bride, Officium Triste,
Swallow the Sun, Katatonia...
Portanto, "Embrace My Ruin" possui
um tempo exato de 23:46 em sinfonias doomers
para os amantes do estilo. (CA)
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| EMPÚRIOS
“Drawned Earth"
(Independente/2006) |
Alguns
me chamam de saudoso quando digo que hoje
é muito difícil se encontrarem
bandas criando um som verdadeiramente de interesse;
de fato já falei muito sobre isso em
tantos outros lugares. O pior nessa história
toda é que sempre, queira ou não,
esta minha opinião se confirma nas
bandas que ouço aqui e ali: e foi isso
que aconteceu quando me coloquei a ouvir Empürios.
O que de início me chamou a atenção
pelo trabalho de capa em bom estilo, desmistificou-se
com o ouvir a banda. A excessividade na apresentação
de alguma técnica, em detrimento de
uma sonoridade coesa, de uma pegada e feeling
normalmente aliados do bom heavy metal, faz
com que o som da Empürios pareça
alguma coisa como uma criação
Frankstein, na qual cada um dos músicos
deseja se apresentar, mas deixando de lado
a idéia principal de um som em harmonia.
Digo isso sem remorso, pois é o que
soa. São músicas vazias, demonstrações
simples de quem anseia dizer “Ei! Eu
também sei tocar...” a todo custo.
As bases, solos e riffs, todos previsíveis
por sua tecnicidade, não clamam nenhum
comentário, mas é impossível
não falar dos vocais da Fernanda Decnop
nesta demo: são insuportáveis!
(Por Antonio Caldas)
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| EVOKED
CURSE
“Merciless Revenge”
(Hell War Prods/2006) |
Eis
a quarta demo-tape da banda sueca Evoked Curse
que desde 1989 trilha sua história
no Metal Underground e incrivelmente sem ter
lançado nenhum full-length! Sem bem
que essa nova demo é composta por nove
sons, com uma boa produção,
poderia ser tranquilamente o debut-álbum,
mas os caras preferiram lançar como
sua nova demo. Falando do material eu já
mencionei que possui nove sons, mas esse já
é o re-lançamento via Hell War
Prods que traz como bônus mais dois
petardos. O som tocado baseia-se num Black
Heavy Metal Tradicional com uma pegada Thrash
Old School e letras falando sobre Metal, Morte
e Satanismo. As composições
apesar de simples são bem arranjadas
os destaques ficam por conta de “Morbid
Outrage” que lembra o Destruction (old),
“The Day Of Metal Inquisition”
que lembra o Desaster na época que
Oculto era o vocalista, inclusive os arranjos
do vocalista Orgasmatron tem bastante influência
de Oculto, outra composição
de destaque é “Whiplashing Metal”
que tem uma veia Motorhead e alguns riffs
a lá Running Wild (old), muito foda
e mais fudida de todas “Bonebreaking
and Skullcrushing” que é conduzida
de forma arrastada e cadenciada até
seu fim, com fortes influências de Bathory
do início. (EO)
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A/c
Roger Matos (Cultos) HellWar Prods: CP
536, S. Lazaro, 6201-907, Covilhã.
Portugal hellwarprod@gmail.com |
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| EVIL
MAYHEM
“Evil Never Die”
(2006) |
Transitando
entre o Thrash e Death Metal, o Evil Mayhem
destila músicas mortais com pegada,
técnica e feeling, fugindo um pouco
da infestação de bandas de thrash/speed
que tem surgido aos montes no underground
brasileiro ! Destaque para gravação
que está impecável e execução
de todos os instrumentos, destaque para o
baterista Blasphemer que esbanja técnica
e versatilidade e segurança nas baquetas,
a segunda musica "Thrash Metal ( Lead
Bangers Kill Again)" tem um refrão
empolgante e, assim como a música de
abertura, tem muitos riffs variados e mudanças
de andamentos. A terceira e encerrando o trabalho
"Power Of Destruction" começa
com bases lentas que segue para uma levada
mais cavalgada e thrash, a única parte
negativa foi o fato do vocal ter ficado um
pouco alto, mas com o passar da audição
de "Evil Never Die", os ouvidos
vão se acostumando aos vocais rasgados
de Leader Reaper...Uma promissora banda que
merece um Debut por uma boa gravadora o mais
rápido possivel ! (Por
Leatherface)
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